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O luto considerado natural é aquele onde uma pessoa morre e a sua família e amigos passam pelas 5 fases associadas: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Já falamos deste tipo de luto várias vezes em diferentes episódios, este é um luto que, por mais doloroso que seja, tem um início, um meio e um fim.
Mas por que tipo de luto passam os familiares e amigos de pessoas que desaparecem? Quando não se sabe se a pessoa está viva ou morta e quando a incerteza é a única certeza?
Este tipo de luto é chamado de luto ambíguo ou luto crónico, que ao contrário do luto tradicional não tem o tal princípio, meio e fim. A pessoa que está de luto fica presa num estado de limbo, entre as emoções de tristeza e raiva, durante provavelmente toda a sua vida, ou até se descobrir o que realmente aconteceu. Para além disso, este tipo de luto também não é tão socialmente reconhecido como o luto tradicional, não há um ritual social que ajude o processo como por exemplo um funeral, então a pessoa de luto sente-se incompreendida.
A vida vai avançando e o desaparecido é muitas vezes esquecido até pelas autoridades, mas se há alguém que nunca esquece, é a família, que fica para sempre presa neste processo angustiante que é o luto ambíguo.
Estes são os casos da Cláudia Alexandra Silva e Sousa e do Hélder Cavaco. Dois casos de menores que desapareceram nos anos 90 em Portugal e que infelizmente, caíram no esquecimento.
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Os conteúdos apresentados neste episódio foram elaborados a partir da recolha de informações disponíveis na internet. Esta informação foi agrupada a partir de diferentes fontes de forma a apresentar o caso com a maior precisão possível. De qualquer maneira, caso alguma informação não esteja correta ou queiram dar mais contexto em falta sobre o caso, deixem um comentário.
Recursos disponíveis na descrição do vídeo do Youtube.
Obrigada!
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Vídeo disponível no Youtube em https://www.youtube.com/@raizdofungo
By Raíz do FungoO luto considerado natural é aquele onde uma pessoa morre e a sua família e amigos passam pelas 5 fases associadas: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Já falamos deste tipo de luto várias vezes em diferentes episódios, este é um luto que, por mais doloroso que seja, tem um início, um meio e um fim.
Mas por que tipo de luto passam os familiares e amigos de pessoas que desaparecem? Quando não se sabe se a pessoa está viva ou morta e quando a incerteza é a única certeza?
Este tipo de luto é chamado de luto ambíguo ou luto crónico, que ao contrário do luto tradicional não tem o tal princípio, meio e fim. A pessoa que está de luto fica presa num estado de limbo, entre as emoções de tristeza e raiva, durante provavelmente toda a sua vida, ou até se descobrir o que realmente aconteceu. Para além disso, este tipo de luto também não é tão socialmente reconhecido como o luto tradicional, não há um ritual social que ajude o processo como por exemplo um funeral, então a pessoa de luto sente-se incompreendida.
A vida vai avançando e o desaparecido é muitas vezes esquecido até pelas autoridades, mas se há alguém que nunca esquece, é a família, que fica para sempre presa neste processo angustiante que é o luto ambíguo.
Estes são os casos da Cláudia Alexandra Silva e Sousa e do Hélder Cavaco. Dois casos de menores que desapareceram nos anos 90 em Portugal e que infelizmente, caíram no esquecimento.
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Os conteúdos apresentados neste episódio foram elaborados a partir da recolha de informações disponíveis na internet. Esta informação foi agrupada a partir de diferentes fontes de forma a apresentar o caso com a maior precisão possível. De qualquer maneira, caso alguma informação não esteja correta ou queiram dar mais contexto em falta sobre o caso, deixem um comentário.
Recursos disponíveis na descrição do vídeo do Youtube.
Obrigada!
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Vídeo disponível no Youtube em https://www.youtube.com/@raizdofungo