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O LinkedIn está implementando novas diretrizes para combater o excesso de conteúdo irrelevante gerado por inteligência artificial em sua rede. A plataforma busca priorizar publicações que demonstrem autenticidade e conhecimento técnico, reduzindo o alcance de textos genéricos ou repetitivos que poluem o feed dos usuários. Embora ofereça suas próprias ferramentas de automação, a empresa agora foca em punir posts criados apenas para gerar engajamento artificial. As mudanças visam filtrar padrões de escrita robóticos, como o uso excessivo de certas pontuações e frases feitas. Essa iniciativa responde ao crescente descontentamento de profissionais que buscam conexões reais em meio a um cenário de automação excessiva e spam digital. Apesar das críticas sobre a eficácia dessas medidas, a rede social afirma que os primeiros resultados no controle da qualidade do conteúdo são positivos.
By MAURO HENRIQUE CAPP FORGANESO LinkedIn está implementando novas diretrizes para combater o excesso de conteúdo irrelevante gerado por inteligência artificial em sua rede. A plataforma busca priorizar publicações que demonstrem autenticidade e conhecimento técnico, reduzindo o alcance de textos genéricos ou repetitivos que poluem o feed dos usuários. Embora ofereça suas próprias ferramentas de automação, a empresa agora foca em punir posts criados apenas para gerar engajamento artificial. As mudanças visam filtrar padrões de escrita robóticos, como o uso excessivo de certas pontuações e frases feitas. Essa iniciativa responde ao crescente descontentamento de profissionais que buscam conexões reais em meio a um cenário de automação excessiva e spam digital. Apesar das críticas sobre a eficácia dessas medidas, a rede social afirma que os primeiros resultados no controle da qualidade do conteúdo são positivos.