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A vereadora de Belo Horizonte Fernanda Pereira Altoé (Novo) avaliou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta quinta-feira (28/11) no canal de O TEMPO no Youtube, que a polêmica em torno da liberação de barcos na Lagoa da Pampulha não deveria ser tratada como disputa de protagonismo entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o governo de Minas. Para ela, o debate precisa ser técnico, já que a Lagoa “está sob investigação” e ainda não apresenta “condição de navegabilidade”. Segundo a parlamentar, a discussão sobre quem deve liderar o processo é secundária diante da necessidade de laudos e garantias sobre a segurança ambiental.
Durante a entrevista, a vereadora avaliou também o caso do vereador Lucas Ganem (Podemos), investigado pela Justiça Eleitoral após denúncia do ex-vereador Rubão sobre possível falsidade ideológica no domicílio eleitoral. A vereadora lembrou que o caso já recebeu parecer do Ministério Público Eleitoral e está em análise pela Polícia Federal. Sobre a possibilidade de um processo de cassação, a vereadora afirmou que a Câmara pode sim ter que agir, caso a Justiça confirme a acusação. “Se de fato houver falsidade ideológica, a Câmara deve agir”, disse. A parlamentar reforçou ainda que domicílio eleitoral exige algum tipo de vínculo com a cidade, o que, segundo ela, não está claro no caso de Ganem.
Ao comentar o debate sobre a renovação do contrato do transporte público de Belo Horizonte, a vereadora defendeu que a Prefeitura apresente uma proposta técnica, sem medidas “populistas”, e com foco no cumprimento de metas pelas concessionárias. Ela criticou a falta de aplicação efetiva de sanções às empresas. “Multas nunca são pagas”, afirmou, defendendo cláusulas mais rígidas e mecanismos de fiscalização que garantam qualidade e regularidade no serviço. A parlamentar também voltou a criticar o modelo de bilhetagem eletrônica, afirmando que a operação do sistema não pode continuar nas mãos das próprias empresas de ônibus. Para ela, o controle financeiro precisa ser independente para garantir transparência sobre arrecadação e cumprimento de viagens.
Sobre as eleições de 2026, a vereadora defendeu que o Novo componha a chapa majoritária na eleição deste ano indicando o vice do pré-candidato Mateus Simões. Para ela, a participação do partido é coerente com o papel que a legenda tem desempenhado na administração estadual. “É justo”, afirmou. A parlamentar minimizou, no entanto, a saída de Simões do Novo, dizendo que a mudança ocorreu por necessidade de governabilidade, considerando a posição que ele ocupa no governo de Romeu Zema. Segundo ela, a decisão não rompeu os laços do ex-filiado com as pautas defendidas pelo partido. A parlamentar, porém, admitiu que ficou decepcionada com a saída de Igor Eto do governo.
A vereadora voltou também a colocar o governador Romeu Zema (Novo) como um nome forte e “viável” para disputar a Presidência da República. Segundo ela, o desempenho administrativo do governador e seu perfil de gestão o colocam como um dos principais quadros nacionais do partido.
By Jornal O TEMPOA vereadora de Belo Horizonte Fernanda Pereira Altoé (Novo) avaliou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta quinta-feira (28/11) no canal de O TEMPO no Youtube, que a polêmica em torno da liberação de barcos na Lagoa da Pampulha não deveria ser tratada como disputa de protagonismo entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o governo de Minas. Para ela, o debate precisa ser técnico, já que a Lagoa “está sob investigação” e ainda não apresenta “condição de navegabilidade”. Segundo a parlamentar, a discussão sobre quem deve liderar o processo é secundária diante da necessidade de laudos e garantias sobre a segurança ambiental.
Durante a entrevista, a vereadora avaliou também o caso do vereador Lucas Ganem (Podemos), investigado pela Justiça Eleitoral após denúncia do ex-vereador Rubão sobre possível falsidade ideológica no domicílio eleitoral. A vereadora lembrou que o caso já recebeu parecer do Ministério Público Eleitoral e está em análise pela Polícia Federal. Sobre a possibilidade de um processo de cassação, a vereadora afirmou que a Câmara pode sim ter que agir, caso a Justiça confirme a acusação. “Se de fato houver falsidade ideológica, a Câmara deve agir”, disse. A parlamentar reforçou ainda que domicílio eleitoral exige algum tipo de vínculo com a cidade, o que, segundo ela, não está claro no caso de Ganem.
Ao comentar o debate sobre a renovação do contrato do transporte público de Belo Horizonte, a vereadora defendeu que a Prefeitura apresente uma proposta técnica, sem medidas “populistas”, e com foco no cumprimento de metas pelas concessionárias. Ela criticou a falta de aplicação efetiva de sanções às empresas. “Multas nunca são pagas”, afirmou, defendendo cláusulas mais rígidas e mecanismos de fiscalização que garantam qualidade e regularidade no serviço. A parlamentar também voltou a criticar o modelo de bilhetagem eletrônica, afirmando que a operação do sistema não pode continuar nas mãos das próprias empresas de ônibus. Para ela, o controle financeiro precisa ser independente para garantir transparência sobre arrecadação e cumprimento de viagens.
Sobre as eleições de 2026, a vereadora defendeu que o Novo componha a chapa majoritária na eleição deste ano indicando o vice do pré-candidato Mateus Simões. Para ela, a participação do partido é coerente com o papel que a legenda tem desempenhado na administração estadual. “É justo”, afirmou. A parlamentar minimizou, no entanto, a saída de Simões do Novo, dizendo que a mudança ocorreu por necessidade de governabilidade, considerando a posição que ele ocupa no governo de Romeu Zema. Segundo ela, a decisão não rompeu os laços do ex-filiado com as pautas defendidas pelo partido. A parlamentar, porém, admitiu que ficou decepcionada com a saída de Igor Eto do governo.
A vereadora voltou também a colocar o governador Romeu Zema (Novo) como um nome forte e “viável” para disputar a Presidência da República. Segundo ela, o desempenho administrativo do governador e seu perfil de gestão o colocam como um dos principais quadros nacionais do partido.