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Livro do Profeta Isaías 58,7-10
Assim diz o Senhor:
[7] Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os
pobres e peregrinos.
a tua carne.
[8] Então, brilhará tua luz como a aurora e tua saúde
há de recuperar-se mais depressa; à frente caminhará
tua justiça e a glória do Senhor te seguirá.
[9] Então invocarás o Senhor e ele te atenderá,
pedirás socorro, e ele dirá: "Eis-me aqui".
os hábitos autoritários e a linguagem maldosa;
[10] se acolheres de coração aberto o indigente e
prestares todo o socorro ao necessitado, nascerá nas
trevas a tua luz e tua vida obscura será
como o meio-dia.
REFLEXÃO
Ao praticar o jejum, o povo de Israel busca atrair
sobre si os benefícios divinos: Por que foi que jejuamos
e tu nem olhaste?
Nós nos humilhamos totalmente e nem
tomaste conhecimento.
Com o jejum, o povo exige que Deus seja misericordioso,
como se Deus agisse com misericórdia mediante as
obras de piedade do ser humano.
Eles desconhecem totalmente a Deus
e a história da salvação.
Se conhecessem, veriam que a misericórdia divina age
sempre, independentemente das ações humanas.
Quanto mais afastado estiver o ser humano, mais Deus
vem ao encontro dele.
O jejum do povo não agrada a Deus porque, juntamente
com essa prática, se exploram os trabalhadores
e não se abre mão de interesses.
Agrada a Deus o jejum que consiste em dar de comer a
quem tem fome, vestir os nus, hospedar os pobres,
não permitir a opressão nem testemunhar falsamente.
A prática dessas obras de justiça atingirá
o coração de Deus!
Ele estará sempre pronto para atender a todos os que
as põem em ação.
Brilhará a luz em todos os que praticarem o verdadeiro
jejum: “Teus atos de justiça irão à tua frente, e a glória
do Senhor o seguirá”.
Não só: “A tua luz brilhará nas trevas, teu escuro será
igual ao meio-dia”.
As obras de justiça são luzes para a humanidade.
Quem as pratica revela quem é seu Senhor!
By REINALDO ROCHALivro do Profeta Isaías 58,7-10
Assim diz o Senhor:
[7] Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os
pobres e peregrinos.
a tua carne.
[8] Então, brilhará tua luz como a aurora e tua saúde
há de recuperar-se mais depressa; à frente caminhará
tua justiça e a glória do Senhor te seguirá.
[9] Então invocarás o Senhor e ele te atenderá,
pedirás socorro, e ele dirá: "Eis-me aqui".
os hábitos autoritários e a linguagem maldosa;
[10] se acolheres de coração aberto o indigente e
prestares todo o socorro ao necessitado, nascerá nas
trevas a tua luz e tua vida obscura será
como o meio-dia.
REFLEXÃO
Ao praticar o jejum, o povo de Israel busca atrair
sobre si os benefícios divinos: Por que foi que jejuamos
e tu nem olhaste?
Nós nos humilhamos totalmente e nem
tomaste conhecimento.
Com o jejum, o povo exige que Deus seja misericordioso,
como se Deus agisse com misericórdia mediante as
obras de piedade do ser humano.
Eles desconhecem totalmente a Deus
e a história da salvação.
Se conhecessem, veriam que a misericórdia divina age
sempre, independentemente das ações humanas.
Quanto mais afastado estiver o ser humano, mais Deus
vem ao encontro dele.
O jejum do povo não agrada a Deus porque, juntamente
com essa prática, se exploram os trabalhadores
e não se abre mão de interesses.
Agrada a Deus o jejum que consiste em dar de comer a
quem tem fome, vestir os nus, hospedar os pobres,
não permitir a opressão nem testemunhar falsamente.
A prática dessas obras de justiça atingirá
o coração de Deus!
Ele estará sempre pronto para atender a todos os que
as põem em ação.
Brilhará a luz em todos os que praticarem o verdadeiro
jejum: “Teus atos de justiça irão à tua frente, e a glória
do Senhor o seguirá”.
Não só: “A tua luz brilhará nas trevas, teu escuro será
igual ao meio-dia”.
As obras de justiça são luzes para a humanidade.
Quem as pratica revela quem é seu Senhor!

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