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No segundo episódio, entramos nos espaços de consumo!
Espaços não são meramente locais onde transações comerciais ocorrem; eles são o palco onde as narrativas culturais e identidades individuais e coletivas se desenrolam. Nesta exploração, mergulharemos nas complexidades desses espaços e seus significados.
Nos espaços de consumo observamos a arquitetura, o design, a atmosfera e a disposição dos produtos. Cada elemento é cuidadosamente orquestrado para evocar emoções específicas, reforçar identidades culturais e, por vezes, criar um senso de pertencimento. Os espaços se transformam em palavras silenciosas, transmitindo mensagens sobre quem somos, o que valorizamos e como nos encaixamos no mundo ao nosso redor.
Nesse episódio vamos conversar sobre os espaços de consumo e como eles se modificaram ao longo do tempo. Essa mudança envolve arquitetura, tecnologia, artefatos, cultura e é claro, consumo! Vem com a gente!
Produzido e roteirizado por Lair Silva e Melissa Sperandio
Parceiros Rádio UEM e Rádio UEL
Dica cultural: Filme Alta Fidelidade. Direção de Stephen Frears
Referências Acadêmicas:
Chapter 7: Mallrats and car boots: the spaces of consumption, Mark Patterson. Paterson, M. (2018). Consumption and everyday life. Taylor & Francis.
Chapter 8: Contexts of Consumption. Sassatelli, R. (2007). Consumer culture: History, theory, and politics. Consumer Culture, 1-248.
Hagberg, J. (2016). Agencing practices: a historical exploration of shopping bags. Consumption Markets & Culture, 19(1), 111-132.
Cochoy, F. (2009). Driving a shopping cart from STS to business, and the other way round: On the introduction of shopping carts in American grocery stores (1936—1959). Organization, 16(1), 31-55.
Gary Warnaby & Dominic Medway (2018) Marketplace icons: shopping malls, Consumption Markets & Culture, 21:3, 275-282, DOI: 10.1080/10253866.2016.1231749
Canniford, R., Riach, K., & Hill, T. (2018). Nosenography: How smell constitutes meaning, identity and temporal experience in spatial assemblages. Marketing Theory, 18(2), 234-248. https://doi.org/10.1177/1470593117732462
Janice Denegri‐Knott & Mike Molesworth (2010) Concepts and practices of digital virtual consumption, Consumption Markets & Culture, 13:2, 109-132, DOI: 10.1080/10253860903562130
Referências de Mercado:
Le bom Marche
Shopping Iguatemi
São João da Thay
Cinematerna
M Martan
Le Lis Blanc
Melissa
O Boticário
Siga a gente nas Redes Sociais:
https://www.instagram.com/cultura_econsumopod?igsh=d3h2dDE5aXFwNW03
Contato: [email protected]
By CulturaeconsumopodNo segundo episódio, entramos nos espaços de consumo!
Espaços não são meramente locais onde transações comerciais ocorrem; eles são o palco onde as narrativas culturais e identidades individuais e coletivas se desenrolam. Nesta exploração, mergulharemos nas complexidades desses espaços e seus significados.
Nos espaços de consumo observamos a arquitetura, o design, a atmosfera e a disposição dos produtos. Cada elemento é cuidadosamente orquestrado para evocar emoções específicas, reforçar identidades culturais e, por vezes, criar um senso de pertencimento. Os espaços se transformam em palavras silenciosas, transmitindo mensagens sobre quem somos, o que valorizamos e como nos encaixamos no mundo ao nosso redor.
Nesse episódio vamos conversar sobre os espaços de consumo e como eles se modificaram ao longo do tempo. Essa mudança envolve arquitetura, tecnologia, artefatos, cultura e é claro, consumo! Vem com a gente!
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Referências Acadêmicas:
Chapter 7: Mallrats and car boots: the spaces of consumption, Mark Patterson. Paterson, M. (2018). Consumption and everyday life. Taylor & Francis.
Chapter 8: Contexts of Consumption. Sassatelli, R. (2007). Consumer culture: History, theory, and politics. Consumer Culture, 1-248.
Hagberg, J. (2016). Agencing practices: a historical exploration of shopping bags. Consumption Markets & Culture, 19(1), 111-132.
Cochoy, F. (2009). Driving a shopping cart from STS to business, and the other way round: On the introduction of shopping carts in American grocery stores (1936—1959). Organization, 16(1), 31-55.
Gary Warnaby & Dominic Medway (2018) Marketplace icons: shopping malls, Consumption Markets & Culture, 21:3, 275-282, DOI: 10.1080/10253866.2016.1231749
Canniford, R., Riach, K., & Hill, T. (2018). Nosenography: How smell constitutes meaning, identity and temporal experience in spatial assemblages. Marketing Theory, 18(2), 234-248. https://doi.org/10.1177/1470593117732462
Janice Denegri‐Knott & Mike Molesworth (2010) Concepts and practices of digital virtual consumption, Consumption Markets & Culture, 13:2, 109-132, DOI: 10.1080/10253860903562130
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