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Olá, eu sou Bruna Paulin e este é o podcast A História do Disco. Todo disco tem uma história. Ou mais. E por aqui você vai poder conferir tanto histórias e curiosidades sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música como também como esses discos fazem parte das nossas vidas. Nesta segunda temporada receberemos convidados muito especiais que dividem suas histórias e discos favoritos.
A primeira convidada de 2021 é Negra Jaque. Jaqueline Trindade Pereira é uma das referências femininas no hip hop feito no Rio Grande do Sul. Desde 2007 na estrada, quando integrou o grupo “Pesadelo do Sistema”, a rapper vem se destacando na cena.
Em 2013, quando iniciou carreira solo, foi a primeira mulher vencedora da “Batalha do Mercado”, evento tradicional da região metropolitana de POA e, por conta desse prêmio, gravou seu primeiro EP “SOU”. De lá pra cá, participou de festivais, lançou discos, recebeu prêmios e importantes indicações, como a de melhor compositora no “Prêmio Açorianos”. Fez o show de abertura do projeto “UNIMUSICA” da UFRGS, participou do show de Elza Soares no Bar Opinião, circulou por várias cidades do RS, além de RJ e SP.
E hoje você vai conhecer a história de Negra Jaque com seu álbum, “Diário de Obá”, lançado em 2019.
By A História do DiscoOlá, eu sou Bruna Paulin e este é o podcast A História do Disco. Todo disco tem uma história. Ou mais. E por aqui você vai poder conferir tanto histórias e curiosidades sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música como também como esses discos fazem parte das nossas vidas. Nesta segunda temporada receberemos convidados muito especiais que dividem suas histórias e discos favoritos.
A primeira convidada de 2021 é Negra Jaque. Jaqueline Trindade Pereira é uma das referências femininas no hip hop feito no Rio Grande do Sul. Desde 2007 na estrada, quando integrou o grupo “Pesadelo do Sistema”, a rapper vem se destacando na cena.
Em 2013, quando iniciou carreira solo, foi a primeira mulher vencedora da “Batalha do Mercado”, evento tradicional da região metropolitana de POA e, por conta desse prêmio, gravou seu primeiro EP “SOU”. De lá pra cá, participou de festivais, lançou discos, recebeu prêmios e importantes indicações, como a de melhor compositora no “Prêmio Açorianos”. Fez o show de abertura do projeto “UNIMUSICA” da UFRGS, participou do show de Elza Soares no Bar Opinião, circulou por várias cidades do RS, além de RJ e SP.
E hoje você vai conhecer a história de Negra Jaque com seu álbum, “Diário de Obá”, lançado em 2019.

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