
Sign up to save your podcasts
Or


Após uma pausa prolongada para o período eleitoral, o Podcast 40 Graus está de volta, agora às quintas-feiras. As bases são as mesmas: "informação com muita opinião", além da pitada de veneno no quadro Café quente e café frio. Além da mudança no dia da publicação de novos episódios, a novidade no retorno ficou por conta do formato, mais curto e com pauta definida, deixando o balanço da política para programas extras que surgirão ao longo da semana.
No episódio 47, Anderson Pires e Felipe Gesteira debatem a problemática da Copa do Mundo do Catar, um dos países mais ricos do planeta, mas que dissemina desumanidades, como homofobia, perseguição religiosa, e ainda tenta abafar as mais de 6,5 mil mortes de trabalhadores durante a construção dos estádios para o maior evento de futebol do mundo.
Enquanto a Fifa coloca panos quentes para que nada estrague o evento comprado desde a escolha da sede, países e jogadores seguem omissos em relação aos abusos cometidos para que a competição aconteça. Uma mordaça generalizada que põe em xeque as políticas defendidas pelas empresas que patrocinam o evento, tornando tudo uma festa da hipocrisia.
A conivência da Seleção Brasileira diante de absurdos em causas que deveriam estar acima do esporte, pois são humanitárias, também entra em pauta neste programa.
By Podcast 40 GrausApós uma pausa prolongada para o período eleitoral, o Podcast 40 Graus está de volta, agora às quintas-feiras. As bases são as mesmas: "informação com muita opinião", além da pitada de veneno no quadro Café quente e café frio. Além da mudança no dia da publicação de novos episódios, a novidade no retorno ficou por conta do formato, mais curto e com pauta definida, deixando o balanço da política para programas extras que surgirão ao longo da semana.
No episódio 47, Anderson Pires e Felipe Gesteira debatem a problemática da Copa do Mundo do Catar, um dos países mais ricos do planeta, mas que dissemina desumanidades, como homofobia, perseguição religiosa, e ainda tenta abafar as mais de 6,5 mil mortes de trabalhadores durante a construção dos estádios para o maior evento de futebol do mundo.
Enquanto a Fifa coloca panos quentes para que nada estrague o evento comprado desde a escolha da sede, países e jogadores seguem omissos em relação aos abusos cometidos para que a competição aconteça. Uma mordaça generalizada que põe em xeque as políticas defendidas pelas empresas que patrocinam o evento, tornando tudo uma festa da hipocrisia.
A conivência da Seleção Brasileira diante de absurdos em causas que deveriam estar acima do esporte, pois são humanitárias, também entra em pauta neste programa.