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A oficina na Mostra Sesc de Cinema 2019 ofereceu uma abordagem de experiências diversas do filme etnográfico, em diálogo com formas contemporâneas, participativas, documentais ou experimentais, que fazem da auto-representação a singularidade e potência dos novos cinemas que surgem. Abordou-se a primitividade da imagem. A coragem da montagem. A câmera procurando. A hostilidade da paisagem. A força das culturas. A cartografia da Mata Atlântica. O trabalho no campo da encenação. A ficção didática. O radicalismo do cinema indígena. O balanço de nosso cinema. A ficção para encontrar a verdade e que entra com muito respeito no documentário. Um deslocamento perene territorial. Uma migração próxima. Como acessar a cosmologia? Como filmar o invisível? É outro regime ordem de visibilidade, como o feitiço de mulher que é muito poderoso e que nenhum homem tira. Trabalha-se com elementos do mágico.
Nós conversamos com a oficineira Junia Torres e tudo pode ser conferido no Podcast.
By Vertentes do CinemaA oficina na Mostra Sesc de Cinema 2019 ofereceu uma abordagem de experiências diversas do filme etnográfico, em diálogo com formas contemporâneas, participativas, documentais ou experimentais, que fazem da auto-representação a singularidade e potência dos novos cinemas que surgem. Abordou-se a primitividade da imagem. A coragem da montagem. A câmera procurando. A hostilidade da paisagem. A força das culturas. A cartografia da Mata Atlântica. O trabalho no campo da encenação. A ficção didática. O radicalismo do cinema indígena. O balanço de nosso cinema. A ficção para encontrar a verdade e que entra com muito respeito no documentário. Um deslocamento perene territorial. Uma migração próxima. Como acessar a cosmologia? Como filmar o invisível? É outro regime ordem de visibilidade, como o feitiço de mulher que é muito poderoso e que nenhum homem tira. Trabalha-se com elementos do mágico.
Nós conversamos com a oficineira Junia Torres e tudo pode ser conferido no Podcast.