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Quem somos nós? O que estamos fazendo aqui? O essencialismo dirá que temos um "ser", uma "essência" dada desde sempre, à qual corresponde um sentido pré-estabelecido. Mas e as crises existenciais pelas quais vez por outras passamos? E a angústia? E a sensação de estar "sem chão" que às vezes nos acomete? Os existencialistas nos dizem que essas crises revelam nossa verdade mais íntima: não temos uma essência "pronta", "dada". Estamos "sendo", em processo de construção permanente. Composições absolutamente singulares formadas pelas muitas circunstâncias de todos os tipos que nos atravessam e nos constituem! Sem nenhum "criador" que possa ter preconcebido um sentido para nós. No episódio de hoje, Diogo Bogéa e Emanoel Taboas discutem essas e muitas outras questões com Sartre, Camus, Hannah Arendt e Heidegger.
By Diogo BogéaQuem somos nós? O que estamos fazendo aqui? O essencialismo dirá que temos um "ser", uma "essência" dada desde sempre, à qual corresponde um sentido pré-estabelecido. Mas e as crises existenciais pelas quais vez por outras passamos? E a angústia? E a sensação de estar "sem chão" que às vezes nos acomete? Os existencialistas nos dizem que essas crises revelam nossa verdade mais íntima: não temos uma essência "pronta", "dada". Estamos "sendo", em processo de construção permanente. Composições absolutamente singulares formadas pelas muitas circunstâncias de todos os tipos que nos atravessam e nos constituem! Sem nenhum "criador" que possa ter preconcebido um sentido para nós. No episódio de hoje, Diogo Bogéa e Emanoel Taboas discutem essas e muitas outras questões com Sartre, Camus, Hannah Arendt e Heidegger.