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Nas suas quatro décadas de existência, a epidemia de HIV foi vivida de formas diferentes entre as principais populações que ela afetou.Essas experiências foram marcadas por mudanças e permanências significativas no modo como a sociedade lidou com os preconceitos e com o estigma, em como a ciência construiu alternativas médicas e terapêuticas para o tratamento e a prevenção, e também pelo modo como espaços de cuidado e acolhimento foram se organizando. Essas coisas todas juntas formam diferentes tempos e formas de ver e viver com o HIV.
No episódio desta semana convidamos duas pessoas que descobriram seu diagnóstico em diferentes momentos dessas quatro décadas. Chico Pedrosa é comunicador e ativista do movimento social da Aids. Ele descobriu a sorologia positiva para o HIV no final da década de 1980. Ao lado dele esteve Pedro Paulo Fonseca, historiador e militante do movimento negro e LGBT que teve seu diagnóstico em 2019. Na nossa conversa tentamos discutir o que mudou e o que permaneceu em suas trajetórias de vida e nesses dois tempos que coexistem e que criam diferentes modos de perceber a resposta brasileira à epidemia de HIV.
By Viveração PodcastNas suas quatro décadas de existência, a epidemia de HIV foi vivida de formas diferentes entre as principais populações que ela afetou.Essas experiências foram marcadas por mudanças e permanências significativas no modo como a sociedade lidou com os preconceitos e com o estigma, em como a ciência construiu alternativas médicas e terapêuticas para o tratamento e a prevenção, e também pelo modo como espaços de cuidado e acolhimento foram se organizando. Essas coisas todas juntas formam diferentes tempos e formas de ver e viver com o HIV.
No episódio desta semana convidamos duas pessoas que descobriram seu diagnóstico em diferentes momentos dessas quatro décadas. Chico Pedrosa é comunicador e ativista do movimento social da Aids. Ele descobriu a sorologia positiva para o HIV no final da década de 1980. Ao lado dele esteve Pedro Paulo Fonseca, historiador e militante do movimento negro e LGBT que teve seu diagnóstico em 2019. Na nossa conversa tentamos discutir o que mudou e o que permaneceu em suas trajetórias de vida e nesses dois tempos que coexistem e que criam diferentes modos de perceber a resposta brasileira à epidemia de HIV.