Ele não fala de si, nem escreve dos seus devaneios. Apenas junta letras nas mãos, acaricia-as com eloquência, e como um pai que põe os filhos para dormir, faz ninar os sonhos em palavras poéticas.
Ele não fala de si, nem escreve dos seus devaneios. Apenas junta letras nas mãos, acaricia-as com eloquência, e como um pai que põe os filhos para dormir, faz ninar os sonhos em palavras poéticas.