Live: 10/02/2024 - #089 APOCALIPSE POR HONÓRIO
TEMA: DIGNO É O CORDEIRO QUE FOI MORTO
Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa
Interpretação do Apocalipse à luz da Doutrina Espírita em Nova Temporada. Carlos Alberto resgata os estudos coordenados por Honório Onofre de Abreu nos anos 2000.
Fonte: Apocalipse, 5:12 Resumo: 5:12 QUE COM GRANDE VOZ DIZIAM. Intensificação da VOZ, que reconhece com ênfase a dignidade do CORDEIRO, tanto Jesus quanto o aspecto interior de cada um onde há um CORDEIRO em potencial. Conquista da adesão às propostas divinas pela atuação digna na vida. DIGNO. Dignidade que advém de um crescimento efetivo espiritual decorrente das legítimas disposições interiores da criatura; mas não se trata de apenas uma postura mental enfocando certa área, é algo que se vincula ao piso que estamos formando. Dignidade no pensar, no falar, nas atitudes e nas ações. O CORDEIRO. É aquele que se entrega à tutela do pastor. Obedece sem se retrair, obedece doando-se. QUE FOI MORTO. Circunstancialmente, para testemunhar entre nós uma vida mais alta, que há felicidade além das questões puramente materiais. Receberemos de acordo com o que semeamos. Somos aferidos pelo que sentimos, pelo que vibramos, pelo que representa o nosso sábado, pois no sentimento reside o controle da vida. O PODER, RIQUEZAS, SABEDORIA, FORÇA, HONRA, GLÓRIA, AÇÕES DE GRAÇAS. Visualização da meta a alcançar dentro de um patamar que define para nós um quadro de evolução consciente. São SETE pontos projetados numa espiral, definindo uma progressão do que será vivido. PODER. Soma de caracteres que temos. É impossível querer agir dentro de uma linha de submissão ao poder divino sem exercer o poder que nos cabe. Não há uma condição de discípulo sem envergar a condição de mestre. RIQUEZAS. Talentos, padrões que recebemos em função do crescimento espiritual. SABEDORIA. Saber aplicar com inteligência o conhecimento, gerando um novo sábado pelo desenvolvimento de virtudes. É o significado do aspecto científico, aplicar com justeza e equilíbrio a razão e o sentimento. FORÇA. É instrumento do PODER, devendo ser utilizada com coragem para mudar o necessário no plano interno. É a vontade operante. Devemos atentar, porém, para que não nos entreguemos à prepotência, à arrogância, à tirania ou à violência. Ela foi mal utilizada, por exemplo, nos tribunais da inquisição. HONRA. Decorre de um processo de valorização da criatura, que advém do HONRAR PAI E MÃE legítimos, e aqueles que sistematicamente nos trazem para as reparações no corpo físico. GLÓRIA. Extrapola a HONRA pois define os acontecimentos operados. A GLÓRIA se irradia pelo campo do sentimento. capítulo 5:16, “resplandeça a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está no céu.” AÇÕES DE GRAÇAS. Ações que confirmam o que temos recebido como GRAÇA pela misericórdia divina que nos proporciona quitação, reparação pelo amor e não pela dor. O direito de ser feliz que vamos conquistando no decorrer da caminhada. O júbilo. SETE PASSOS. A DIGNIDADE abriu um terreno com SETE etapas. As AÇÕES DE GRAÇAS, representando a conquista dessa espiral, o sétimo passo, por sua vez projetam a próxima, cujo primeiro degrau elas representam. É o “exultai e alegrai-vos” do sermão das bem-aventuranças.