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Seja bem-vindo ao décimo episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,queremos lembrar de algo precioso: a nossa história. Uma história feita nãoapenas de datas e documentos, mas de pessoas, de fé vivida, de entregasilenciosa. Porque, na verdade, cada fiel é parte da história.
Adiocesaneidade nos convida a reconhecer o valor de quem somos e de onde viemos.Quando dizemos “eu sou Diocese de Luz”, estamos assumindo um pertencimento, umaidentidade que ultrapassa o nosso tempo. Estamos unidos a todos os que vieramantes de nós, que plantaram com fé, que serviram com generosidade, que sonharamcom uma Igreja viva e fiel ao Evangelho.
Nacaminhada da nossa Diocese, tantos rostos ajudaram a construir o que hojesomos: bispos, padres, religiosas, diáconos, leigos e leigas, jovens,catequistas, lideranças, famílias inteiras. Cada um, com sua parte, ajudou aedificar essa casa espiritual. Somos herdeiros de uma história sagrada.
Essahistória tem marcos importantes. Desde a criação da Diocese, em 1918, passandopelos pastoreios firmes e inspiradores de Dom Manoel, Dom Belchior, Dom Eurico,Dom Félix, até chegarmos a Dom José Aristeu, que hoje nos guia comsabedoria, escuta e espírito sinodal. Com ele, seguimos fortalecendo nossaidentidade diocesana e discernindo, juntos, os caminhos da missão.
DomJosé Aristeu é alguém que valoriza a memória viva do nosso povo. Ele temcaminhado pelas comunidades escutando histórias, reconhecendo esforços,animando as paróquias a honrarem suas raízes. Ele nos lembra de que a missãoevangelizadora começa pela gratidão: por tudo o que foi feito, por tudo o queainda podemos construir juntos.
Ecada comunidade da nossa rede de paróquias tem também seus marcos de fé.Há igrejas centenárias, festas tradicionais, lideranças que marcaram época,movimentos que transformaram vidas. Tudo isso é patrimônio espiritual, e cadafiel que participou disso é parte viva dessa construção.
Entretantos nomes, um permanece como farol: São Rafael Arcanjo, nossopadroeiro perpétuo. Ele não faz parte apenas da devoção, mas da própriahistória da Diocese. Foi escolhido com zelo e esperança por Dom Manoel, comosinal da luz que cura e guia. Desde então, tem caminhado conosco, deixandomarcas de amor e proteção em cada geração.
SãoRafael esteve presente nos momentos de fundação, nos mutirões de construção dasigrejas, nos encontros vocacionais, nas missas campais, nos momentos de crise enos tempos de graça. Ele conhece a história de cada fiel, porque sempreesteve ao nosso lado.
Écom ele que seguimos erguendo a tenda da nossa Igreja, sustentada porvidas que disseram sim. Uma tenda feita de memórias, de testemunhos, depequenas doações, de mãos que servem, de corações que acolhem. Cada fiel quereza, que se entrega, que permanece firme na fé, amplia essa tenda e a mantémde pé.
Hoje,agradeça a Deus pela sua história. Você faz parte da Diocese de Luz. Você étestemunha de uma fé que atravessa gerações. Você é Igreja em construção.
No próximo episódio,vamos refletir sobre o valor de escutar e servir. Porque ser Igreja também éestar atento à voz do outro. Até lá!
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao décimo episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,queremos lembrar de algo precioso: a nossa história. Uma história feita nãoapenas de datas e documentos, mas de pessoas, de fé vivida, de entregasilenciosa. Porque, na verdade, cada fiel é parte da história.
Adiocesaneidade nos convida a reconhecer o valor de quem somos e de onde viemos.Quando dizemos “eu sou Diocese de Luz”, estamos assumindo um pertencimento, umaidentidade que ultrapassa o nosso tempo. Estamos unidos a todos os que vieramantes de nós, que plantaram com fé, que serviram com generosidade, que sonharamcom uma Igreja viva e fiel ao Evangelho.
Nacaminhada da nossa Diocese, tantos rostos ajudaram a construir o que hojesomos: bispos, padres, religiosas, diáconos, leigos e leigas, jovens,catequistas, lideranças, famílias inteiras. Cada um, com sua parte, ajudou aedificar essa casa espiritual. Somos herdeiros de uma história sagrada.
Essahistória tem marcos importantes. Desde a criação da Diocese, em 1918, passandopelos pastoreios firmes e inspiradores de Dom Manoel, Dom Belchior, Dom Eurico,Dom Félix, até chegarmos a Dom José Aristeu, que hoje nos guia comsabedoria, escuta e espírito sinodal. Com ele, seguimos fortalecendo nossaidentidade diocesana e discernindo, juntos, os caminhos da missão.
DomJosé Aristeu é alguém que valoriza a memória viva do nosso povo. Ele temcaminhado pelas comunidades escutando histórias, reconhecendo esforços,animando as paróquias a honrarem suas raízes. Ele nos lembra de que a missãoevangelizadora começa pela gratidão: por tudo o que foi feito, por tudo o queainda podemos construir juntos.
Ecada comunidade da nossa rede de paróquias tem também seus marcos de fé.Há igrejas centenárias, festas tradicionais, lideranças que marcaram época,movimentos que transformaram vidas. Tudo isso é patrimônio espiritual, e cadafiel que participou disso é parte viva dessa construção.
Entretantos nomes, um permanece como farol: São Rafael Arcanjo, nossopadroeiro perpétuo. Ele não faz parte apenas da devoção, mas da própriahistória da Diocese. Foi escolhido com zelo e esperança por Dom Manoel, comosinal da luz que cura e guia. Desde então, tem caminhado conosco, deixandomarcas de amor e proteção em cada geração.
SãoRafael esteve presente nos momentos de fundação, nos mutirões de construção dasigrejas, nos encontros vocacionais, nas missas campais, nos momentos de crise enos tempos de graça. Ele conhece a história de cada fiel, porque sempreesteve ao nosso lado.
Écom ele que seguimos erguendo a tenda da nossa Igreja, sustentada porvidas que disseram sim. Uma tenda feita de memórias, de testemunhos, depequenas doações, de mãos que servem, de corações que acolhem. Cada fiel quereza, que se entrega, que permanece firme na fé, amplia essa tenda e a mantémde pé.
Hoje,agradeça a Deus pela sua história. Você faz parte da Diocese de Luz. Você étestemunha de uma fé que atravessa gerações. Você é Igreja em construção.
No próximo episódio,vamos refletir sobre o valor de escutar e servir. Porque ser Igreja também éestar atento à voz do outro. Até lá!

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