Nunca podemos falar sobre a verdade.
Na vida há aquilo que achamos que é, há a experiência e há aquilo que retiramos da experiência.
Temos de aprender as regras do jogo. E só depois podemos alterar as regras do jogo.
O enamoramento pelo céu.
As coisas que deixamos de fazer quando pensamos muito. E o gosto pelos caminhos desconhecidos, apenas pelo prazer de percorrer um caminho novo, sem ter o objectivo em vista.
“Quando achares que algo é muito importante, de vida ou de morte, fala com a tua amiga morte e pergunta-lhe. Se a morte ainda não te tocou, é porque não é importante.”
A energia do vazio que está pronta para embarcar para uma experiência sem ser a experiência.
Ser canal e não se deixar afectar por ninharias. As coisas passam. Só fica aquilo que nós queremos que fique.
Os sonhos lúcidos. Outros espaços-tempo repletos de informação.
O desenvolver de capacidades extra-sensoriais.
O poder da pessoa. O poder nunca é nosso. O poder é algo que passa por nós.
O medo. E o facto de termos medo de coisas que nem sabemos e nem sequer vai acontecer (na maior parte dos casos).
What you see is what you get.
Simplificar. Passamos tanto tempo a querer escalar e a achar que a vista é melhor de la de cima, mas não é ou não tem de ser assim.
O atingir e superar versus a simplicidade de viver.
O drama psicológico versus viver em sintonia com a natureza, com os seus ciclos.
A vida é fácil. E podemos pouco a pouco dar os passinhos necessários para chegar lá. Aonde quer que seja. Sem medos, em amor.