Essa semana o LADO BI divide o microfone com dois rappers homossexuais: a veterana ativista Luana Hansen e o novo talento Rico Dalasam. O especialista em rap Alexandre de Maio também traz seu conhecimento. Os convidados discutem a importância de rappers LGBT declararem-se em seu trabalho, o machismo e homofobia presentes na cena hip-hop, e as dificuldades de ser homossexual na periferia. E denunciam o preconceito que o meio LGBT tem contra a música que fazem: Eu fui excluída da Parada LGBT esse ano porque acharam que minha música não era apropriada para o evento, relata Luana. O gay acha que você tem que estar lindo, branco, com roupa foda de marca. Minha imagem vai contra isso, eu não sou Justin Bieber!, manda Dalasam.