
Sign up to save your podcasts
Or


Hoje comigo tenho a escritora Anabela Lopes. Nasceu em 1987, em Guimarães. Formou-se em Biologia e Geologia, mas, fora das fórmulas e das rochas, construiu um universo muito próprio. Confessa que é apaixonada pelos anos 80, pela música dos Queen, pela nostalgia de Friends (somos dois, quero muito falar sobre isto) e pela magia de Harry Potter. Vou querer saber a opinião dela em relação à nova série. Quem a procurar num dia normal, muito provavelmente vai encontrá-la com uma caneca de café quente, um livro nas mãos e uma gata deitada aos pés.
Mas por trás desta rotina aparentemente tranquila, habita uma mente fascinada pelo mistério. Em 2024, estreou-se com 'Nas minhas mãos, a morte', pela editora Saída de Emergência. E manteve acesa, nas madrugadas silenciosas, a chama daquela que é a sua grande obsessão literária: tentar perceber o que se esconde na penumbra da nossa mente.
O que a traz cá hoje? Estamos aqui hoje para falar do novo romance, o primeiro thriller na nova casa, na Penguin Random House: 'Castelo de Cartas'. Um título que, só por si, já nos diz muito. Fala-nos de estruturas imponentes que erguemos nas aparências da vida, mas que são feitas de uma extrema fragilidade. Fala-nos daquela linha ténue que separa a normalidade do abismo. No fundo, este livro desafia-nos a olhar para as nossas próprias sombras e faz-nos a pergunta mais inquietante de todas: quem somos nós, realmente, quando ninguém nos está a ver?
By José Alho @ozedoslivrosHoje comigo tenho a escritora Anabela Lopes. Nasceu em 1987, em Guimarães. Formou-se em Biologia e Geologia, mas, fora das fórmulas e das rochas, construiu um universo muito próprio. Confessa que é apaixonada pelos anos 80, pela música dos Queen, pela nostalgia de Friends (somos dois, quero muito falar sobre isto) e pela magia de Harry Potter. Vou querer saber a opinião dela em relação à nova série. Quem a procurar num dia normal, muito provavelmente vai encontrá-la com uma caneca de café quente, um livro nas mãos e uma gata deitada aos pés.
Mas por trás desta rotina aparentemente tranquila, habita uma mente fascinada pelo mistério. Em 2024, estreou-se com 'Nas minhas mãos, a morte', pela editora Saída de Emergência. E manteve acesa, nas madrugadas silenciosas, a chama daquela que é a sua grande obsessão literária: tentar perceber o que se esconde na penumbra da nossa mente.
O que a traz cá hoje? Estamos aqui hoje para falar do novo romance, o primeiro thriller na nova casa, na Penguin Random House: 'Castelo de Cartas'. Um título que, só por si, já nos diz muito. Fala-nos de estruturas imponentes que erguemos nas aparências da vida, mas que são feitas de uma extrema fragilidade. Fala-nos daquela linha ténue que separa a normalidade do abismo. No fundo, este livro desafia-nos a olhar para as nossas próprias sombras e faz-nos a pergunta mais inquietante de todas: quem somos nós, realmente, quando ninguém nos está a ver?