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Aos 19 anos, a estudante gaúcha Juliana Davoglio Estradioto foi a primeira jovem brasileira - do sexo feminino, é importante frisar - selecionada para acompanhar de perto a entrega do Prêmio Nobel, na Suécia. Também conquistou o privilégio de dar nome a um asteroide, depois de ficar em primeiro lugar na categoria ciências materiais da Intel Isef 2018, maior feira internacional de ciência e engenharia para estudantes secundaristas. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo CNPq. E em 2019, venceu a VIGÉSIMA QUARTA edição do Prêmio Cláudia, organizado pela Editora Abril, na categoria Inovação e Ciências. Neste episódio da série Mulher faz Ciência, ela conta, com entusiasmo, como se interessou pela carreira científica.
By Minas Faz CiênciaAos 19 anos, a estudante gaúcha Juliana Davoglio Estradioto foi a primeira jovem brasileira - do sexo feminino, é importante frisar - selecionada para acompanhar de perto a entrega do Prêmio Nobel, na Suécia. Também conquistou o privilégio de dar nome a um asteroide, depois de ficar em primeiro lugar na categoria ciências materiais da Intel Isef 2018, maior feira internacional de ciência e engenharia para estudantes secundaristas. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo CNPq. E em 2019, venceu a VIGÉSIMA QUARTA edição do Prêmio Cláudia, organizado pela Editora Abril, na categoria Inovação e Ciências. Neste episódio da série Mulher faz Ciência, ela conta, com entusiasmo, como se interessou pela carreira científica.