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Vivemos em um mundo super conectado por cabos e satélites, mas um pouco carente de afeto, e é exatamente esse gap que os aplicativos de relacionamento tentam fechar. Seja por traços de personalidade ou por falta de tempo, esses aplicativos facilitam a conexão entre pessoas com interesses similares.
No boom do Tinder, lá em 2013, usar esses aplicativos no meu círculo de amigos era sinônimo de insegurança e chacota, enquanto que para o Júlio foi o último ingrediente do que acabou resultando em um noivado. Acredito que isso tenha mudado bastante ao longo dos anos.
Nesse episódio, eu faço uso da nossa diferença de idade e trago uma discussão com um viés geracional sobre o uso dos aplicativos de relacionamento.
----------------
Júlio Pires
Instagram: https://www.instagram.com/jcpaf/
Felipe Arcaro
Instagram: https://instagram.com/felipearcaro
By Felipe Arcaro5
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Vivemos em um mundo super conectado por cabos e satélites, mas um pouco carente de afeto, e é exatamente esse gap que os aplicativos de relacionamento tentam fechar. Seja por traços de personalidade ou por falta de tempo, esses aplicativos facilitam a conexão entre pessoas com interesses similares.
No boom do Tinder, lá em 2013, usar esses aplicativos no meu círculo de amigos era sinônimo de insegurança e chacota, enquanto que para o Júlio foi o último ingrediente do que acabou resultando em um noivado. Acredito que isso tenha mudado bastante ao longo dos anos.
Nesse episódio, eu faço uso da nossa diferença de idade e trago uma discussão com um viés geracional sobre o uso dos aplicativos de relacionamento.
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Júlio Pires
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Felipe Arcaro
Instagram: https://instagram.com/felipearcaro