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No mês do Dia Internacional da Mulher, este episódio começa com uma pergunta incômoda: o que realmente significa celebrar essa data em um país onde uma mulher é assassinada a cada duas horas?
Em 2025, o Brasil registrou o maior número de feminicídios da última década: mais de 1.568 mulheres mortas, muitas delas por pessoas que diziam amá-las.
Antes de flores, homenagens e posts nas redes sociais, existe uma realidade que não pode ser ignorada.
Neste episódio, as Filhas de Narcisa falam sobre violência contra mulheres, a banalização do Dia da Mulher, trends perigosas que circulam na internet e o medo cotidiano que faz parte da vida de tantas mulheres.
Entre reflexões e desabafos, fica um lembrete:
mais do que homenagens, mulheres querem liberdade, proteção e o direito básico de viver.
Esse é um episódio necessário.
By Filhas de NarcisaNo mês do Dia Internacional da Mulher, este episódio começa com uma pergunta incômoda: o que realmente significa celebrar essa data em um país onde uma mulher é assassinada a cada duas horas?
Em 2025, o Brasil registrou o maior número de feminicídios da última década: mais de 1.568 mulheres mortas, muitas delas por pessoas que diziam amá-las.
Antes de flores, homenagens e posts nas redes sociais, existe uma realidade que não pode ser ignorada.
Neste episódio, as Filhas de Narcisa falam sobre violência contra mulheres, a banalização do Dia da Mulher, trends perigosas que circulam na internet e o medo cotidiano que faz parte da vida de tantas mulheres.
Entre reflexões e desabafos, fica um lembrete:
mais do que homenagens, mulheres querem liberdade, proteção e o direito básico de viver.
Esse é um episódio necessário.