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O MELHOR
Zig Ziglar
Quando fazemos mais do que somos pagos pra fazer, acabamos sendo melhor remunerados pelo que fazemos.
“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens.” (Colossenses 3.23)
Na minha juventude, trabalhando em um mercadinho, conheci o rapaz que trabalhava na loja em frente. Naqueles anos de depressão, a maioria das lojas, por necessidade financeira, mantinha um estoque muito limitado, o que, logicamente, quase sempre gerava a falta de produtos. Nesses casos, os comerciantes simplesmente tomavam emprestado uns dos outros aquilo de que necessitavam.
Charlie Scott era o “mensageiro” da loja em frente. Lembro-me das inúmeras vezes em que Charlie chegava às carreiras à nossa porta e gritava:
— Sr. Anderson, preciso de seis latas de tomates emprestadas!
O Sr. Anderson sempre respondia:
— Ok, vá buscá-las, Charlie. Você sabe onde estão.
Charlie corria até a prateleira, pegava os produtos de que precisava, colocava-os rapidamente sobre o balcão, rabiscava seu nome no canhoto que indicava o que ele estava levando e saía correndo.
Certo dia, perguntei ao Sr. Anderson por que Charlie Scott só andava correndo. Ele respondeu que Charlie Scott estava pleiteando um aumento de salário e iria consegui-lo. Perguntei-lhe, então, como ele sabia que Charlie iria conseguir o aumento, e ele respondeu que, se o seu patrão não desse o aumento a Charlie, ele mesmo o faria!
Esta leitura foi retirada do livro “O Que Aprendi no Caminho para o Topo”, de Zig Ziglar.
E é gravada por seu amigo, Pr. Edison Grando.
Que o Senhor Jesus ajude você a fazer o seu melhor de todo o coração em todas as situações.
By Edison Aquiles GrandoO MELHOR
Zig Ziglar
Quando fazemos mais do que somos pagos pra fazer, acabamos sendo melhor remunerados pelo que fazemos.
“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens.” (Colossenses 3.23)
Na minha juventude, trabalhando em um mercadinho, conheci o rapaz que trabalhava na loja em frente. Naqueles anos de depressão, a maioria das lojas, por necessidade financeira, mantinha um estoque muito limitado, o que, logicamente, quase sempre gerava a falta de produtos. Nesses casos, os comerciantes simplesmente tomavam emprestado uns dos outros aquilo de que necessitavam.
Charlie Scott era o “mensageiro” da loja em frente. Lembro-me das inúmeras vezes em que Charlie chegava às carreiras à nossa porta e gritava:
— Sr. Anderson, preciso de seis latas de tomates emprestadas!
O Sr. Anderson sempre respondia:
— Ok, vá buscá-las, Charlie. Você sabe onde estão.
Charlie corria até a prateleira, pegava os produtos de que precisava, colocava-os rapidamente sobre o balcão, rabiscava seu nome no canhoto que indicava o que ele estava levando e saía correndo.
Certo dia, perguntei ao Sr. Anderson por que Charlie Scott só andava correndo. Ele respondeu que Charlie Scott estava pleiteando um aumento de salário e iria consegui-lo. Perguntei-lhe, então, como ele sabia que Charlie iria conseguir o aumento, e ele respondeu que, se o seu patrão não desse o aumento a Charlie, ele mesmo o faria!
Esta leitura foi retirada do livro “O Que Aprendi no Caminho para o Topo”, de Zig Ziglar.
E é gravada por seu amigo, Pr. Edison Grando.
Que o Senhor Jesus ajude você a fazer o seu melhor de todo o coração em todas as situações.