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Seja bem-vindo ao décimo quinto episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,queremos refletir sobre um dos grandes chamados da Igreja em nosso tempo: serluz para os que estão afastados. Não apenas fisicamente, mas tambémespiritualmente, socialmente, afetivamente. Porque há muitos que, mesmo perto,vivem distantes do Evangelho e da vida comunitária.
Adiocesaneidade nos lembra que somos um povo em saída. Como ensina o PapaFrancisco e nos convida Dom José Aristeu, ser Igreja não é esperar queas pessoas venham até nós, mas ir ao encontro, com coragem, humildade ecompaixão. A missão da Diocese de Luz não está restrita aos templos, mas seestende às ruas, aos lares, às fronteiras humanas onde a fé parece apagada,esquecida ou machucada.
Emnossa rede de comunidades, a presença da Igreja se faz viva também nasperiferias urbanas, nas zonas rurais de difícil acesso, nos bairros maiscarentes e nos ambientes marcados pela indiferença religiosa. Ali, a luz doEvangelho brilha na forma de visita, escuta, presença e serviço. Paróquiastêm organizado mutirões missionários, visitas a famílias afastadas, rodas deconversa com jovens distantes da fé, celebrações em espaços informais, momentosde partilha e reconciliação.
AsPastorais Sociais e os Conselhos Missionários Paroquiais (COMIPAs)têm desempenhado papel importante ao chegar a quem mais precisa: doentesesquecidos, famílias em vulnerabilidade, pessoas privadas de liberdade,dependentes químicos, migrantes e tantos outros. A missão da Igreja nasce docoração de Deus, mas caminha com os pés de seus discípulos.
Nosdocumentos da nossa Diocese encontramos o apelo constante para que cheguemostambém às “periferias existenciais”: pessoas feridas por relacionamentosrompidos, por discriminação, por experiências negativas com a Igreja, porsofrimentos interiores profundos. São corações que esperam reconciliação,escuta e acolhida — e não condenação.
Épreciso que nossas comunidades sejam portas abertas e corações atentos.A missão exige de nós não só palavras bem ditas, mas gestos de presença queiluminam a escuridão da ausência. Uma catequese itinerante, uma pastoralfamiliar ativa, uma juventude em missão, uma Igreja que não mede distâncias —tudo isso são sinais de que o Evangelho continua em movimento.
SãoRafael Arcanjo,nosso padroeiro perpétuo, é sinal dessa missão ousada e compassiva. Ele foi aoencontro de quem precisava, atravessando desertos, enfrentando riscos, semjamais abandonar o seu companheiro. Ele é imagem de um Deus que não desiste deninguém, mesmo quando o caminho parece perdido.
ADiocese de Luz quer ser essa tenda que vai até onde for preciso, que nãoespera apenas, mas procura, encontra e oferece nova chance. Uma Igreja sem medode sair, de escutar, de se sujar nas estradas da vida. Porque é lá, longe dosholofotes, que muitos esperam um raio de luz.
Hoje,pense: quem na sua comunidade está distante e poderia ser alcançado pelo seucuidado? Que atitudes concretas você pode tomar para reacender a chama dafé na vida de alguém? Não deixemos ninguém caminhar no escuro. Somosluz, também para os que estão longe.
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao décimo quinto episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,queremos refletir sobre um dos grandes chamados da Igreja em nosso tempo: serluz para os que estão afastados. Não apenas fisicamente, mas tambémespiritualmente, socialmente, afetivamente. Porque há muitos que, mesmo perto,vivem distantes do Evangelho e da vida comunitária.
Adiocesaneidade nos lembra que somos um povo em saída. Como ensina o PapaFrancisco e nos convida Dom José Aristeu, ser Igreja não é esperar queas pessoas venham até nós, mas ir ao encontro, com coragem, humildade ecompaixão. A missão da Diocese de Luz não está restrita aos templos, mas seestende às ruas, aos lares, às fronteiras humanas onde a fé parece apagada,esquecida ou machucada.
Emnossa rede de comunidades, a presença da Igreja se faz viva também nasperiferias urbanas, nas zonas rurais de difícil acesso, nos bairros maiscarentes e nos ambientes marcados pela indiferença religiosa. Ali, a luz doEvangelho brilha na forma de visita, escuta, presença e serviço. Paróquiastêm organizado mutirões missionários, visitas a famílias afastadas, rodas deconversa com jovens distantes da fé, celebrações em espaços informais, momentosde partilha e reconciliação.
AsPastorais Sociais e os Conselhos Missionários Paroquiais (COMIPAs)têm desempenhado papel importante ao chegar a quem mais precisa: doentesesquecidos, famílias em vulnerabilidade, pessoas privadas de liberdade,dependentes químicos, migrantes e tantos outros. A missão da Igreja nasce docoração de Deus, mas caminha com os pés de seus discípulos.
Nosdocumentos da nossa Diocese encontramos o apelo constante para que cheguemostambém às “periferias existenciais”: pessoas feridas por relacionamentosrompidos, por discriminação, por experiências negativas com a Igreja, porsofrimentos interiores profundos. São corações que esperam reconciliação,escuta e acolhida — e não condenação.
Épreciso que nossas comunidades sejam portas abertas e corações atentos.A missão exige de nós não só palavras bem ditas, mas gestos de presença queiluminam a escuridão da ausência. Uma catequese itinerante, uma pastoralfamiliar ativa, uma juventude em missão, uma Igreja que não mede distâncias —tudo isso são sinais de que o Evangelho continua em movimento.
SãoRafael Arcanjo,nosso padroeiro perpétuo, é sinal dessa missão ousada e compassiva. Ele foi aoencontro de quem precisava, atravessando desertos, enfrentando riscos, semjamais abandonar o seu companheiro. Ele é imagem de um Deus que não desiste deninguém, mesmo quando o caminho parece perdido.
ADiocese de Luz quer ser essa tenda que vai até onde for preciso, que nãoespera apenas, mas procura, encontra e oferece nova chance. Uma Igreja sem medode sair, de escutar, de se sujar nas estradas da vida. Porque é lá, longe dosholofotes, que muitos esperam um raio de luz.
Hoje,pense: quem na sua comunidade está distante e poderia ser alcançado pelo seucuidado? Que atitudes concretas você pode tomar para reacender a chama dafé na vida de alguém? Não deixemos ninguém caminhar no escuro. Somosluz, também para os que estão longe.

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