Romantismo incorrigível, uma viagem de ácido bissexual e vitoriana, projetos megalomaníacos, o poder da linguagem cinematográfica, delírios góticos febris, erotismo em tempos de vampirismo, o simbolismo do sangue, uma ode ao trabalho de Eiko Ishioka, sotaques macarrônicos e o potencial do terror em grande escala.
Os Esqueletos provam que o amor nunca morre revisitando o clássico de Francis Ford Coppola, Dracula de Bram Stoker (1992).
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