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A Fase 1 da IA no Brasil já começou. E ela não parece um filme futurista, nem um robô substituindo pessoas em uma fábrica.
Ela é mais silenciosa, mais operacional e muito mais próxima do que imaginamos.
Neste episódio, Henrique Borges fala sobre onde os empregos já estão sendo impactados pela inteligência artificial no Brasil e por que a primeira grande onda de substituição não está nos robôs, mas na relação humano-tela.
Durante anos, muitas funções foram construídas em torno de uma lógica simples: uma pessoa recebe uma demanda, lê uma mensagem, abre um sistema, procura uma informação, responde alguém, registra no CRM e repete esse processo centenas de vezes.
A IA começa justamente aí.
Ela passa a entender mensagens, consultar dados, responder dúvidas, classificar intenções, registrar informações, acionar fluxos e encaminhar casos complexos para humanos. Não se trata apenas de “chatbots melhores”. Trata-se de uma nova camada operacional entre pessoas, sistemas, empresas e decisões.
Neste episódio, você vai entender:
A provocação central do episódio é simples:
A IA não começa demitindo cargos. Ela começa esvaziando tarefas.
E isso muda tudo.
Porque sempre que uma pessoa atua apenas como intermediária entre uma solicitação e um sistema, essa função passa a ser pressionada. A pergunta deixa de ser “a IA vai substituir meu emprego?” e passa a ser: qual parte do meu trabalho já virou uma tarefa de IA?
Este episódio é para empresários, executivos, profissionais, empreendedores e qualquer pessoa que queira entender a transformação da IA além das ferramentas, prompts e modismos.
No fim, a grande reflexão é:
Você pensa, decide e cria valor — ou apenas opera uma tela?
Apresentado por Henrique Borges
Instagram: @thehenriqueborges
Somos Young: @somosyoung
By Henrique BorgesA Fase 1 da IA no Brasil já começou. E ela não parece um filme futurista, nem um robô substituindo pessoas em uma fábrica.
Ela é mais silenciosa, mais operacional e muito mais próxima do que imaginamos.
Neste episódio, Henrique Borges fala sobre onde os empregos já estão sendo impactados pela inteligência artificial no Brasil e por que a primeira grande onda de substituição não está nos robôs, mas na relação humano-tela.
Durante anos, muitas funções foram construídas em torno de uma lógica simples: uma pessoa recebe uma demanda, lê uma mensagem, abre um sistema, procura uma informação, responde alguém, registra no CRM e repete esse processo centenas de vezes.
A IA começa justamente aí.
Ela passa a entender mensagens, consultar dados, responder dúvidas, classificar intenções, registrar informações, acionar fluxos e encaminhar casos complexos para humanos. Não se trata apenas de “chatbots melhores”. Trata-se de uma nova camada operacional entre pessoas, sistemas, empresas e decisões.
Neste episódio, você vai entender:
A provocação central do episódio é simples:
A IA não começa demitindo cargos. Ela começa esvaziando tarefas.
E isso muda tudo.
Porque sempre que uma pessoa atua apenas como intermediária entre uma solicitação e um sistema, essa função passa a ser pressionada. A pergunta deixa de ser “a IA vai substituir meu emprego?” e passa a ser: qual parte do meu trabalho já virou uma tarefa de IA?
Este episódio é para empresários, executivos, profissionais, empreendedores e qualquer pessoa que queira entender a transformação da IA além das ferramentas, prompts e modismos.
No fim, a grande reflexão é:
Você pensa, decide e cria valor — ou apenas opera uma tela?
Apresentado por Henrique Borges
Instagram: @thehenriqueborges
Somos Young: @somosyoung