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A Kimani é poeta, compositora, cantora e preta paulistana. Em 2017 venceu o Slam SP, foi vice do Slam BR e esteve no FLUP Slam Nacional, no Vidigal. Já dividiu palco com MV Bill, abriu shows do Rincon Sapiência, Chico César, Baco Exu do Blues e Bixiga70. Em 2019 viralizou com o vídeo-manifesto "Mostra pra eles, mulher”, divulgação da série “The Handmaid's Tale” (“O Conto da Aia”). É formada no Senac em gestão de RH e técnica educacional especializada em educação social de meninos do centro da juventude de Vargem Grande. Mora no Grajaú, Zona Leste de SP e hoje é gerente de projetos na produtora Mandril Áudio.
E a Midria é estudante de Ciências Sociais, poeta, slammer, slammaster do Slam USPerifa e membra do coletivo Sarau do Vale. Em 2018 venceu o ZAP! Slam e viralizou com a poesia “A menina que nasceu sem cor”. Tem duas fanzines publicadas e vem do extremo leste de São Paulo, do bairro Recanto Verde Sol. Em 2019, ela foi pro SLAM SP representando o Slam das Minas. Já se apresentou na Pinacoteca de São Paulo, no Itaú Cultural, no Instituto Tomie Ohtake, na Bienal de SP e também ministra oficinas em escolas paulistas.
As duas escreveram para o livro “Empoderamento feminino”, uma coletânea de slammers de todo o Brasil.
By PretaLabA Kimani é poeta, compositora, cantora e preta paulistana. Em 2017 venceu o Slam SP, foi vice do Slam BR e esteve no FLUP Slam Nacional, no Vidigal. Já dividiu palco com MV Bill, abriu shows do Rincon Sapiência, Chico César, Baco Exu do Blues e Bixiga70. Em 2019 viralizou com o vídeo-manifesto "Mostra pra eles, mulher”, divulgação da série “The Handmaid's Tale” (“O Conto da Aia”). É formada no Senac em gestão de RH e técnica educacional especializada em educação social de meninos do centro da juventude de Vargem Grande. Mora no Grajaú, Zona Leste de SP e hoje é gerente de projetos na produtora Mandril Áudio.
E a Midria é estudante de Ciências Sociais, poeta, slammer, slammaster do Slam USPerifa e membra do coletivo Sarau do Vale. Em 2018 venceu o ZAP! Slam e viralizou com a poesia “A menina que nasceu sem cor”. Tem duas fanzines publicadas e vem do extremo leste de São Paulo, do bairro Recanto Verde Sol. Em 2019, ela foi pro SLAM SP representando o Slam das Minas. Já se apresentou na Pinacoteca de São Paulo, no Itaú Cultural, no Instituto Tomie Ohtake, na Bienal de SP e também ministra oficinas em escolas paulistas.
As duas escreveram para o livro “Empoderamento feminino”, uma coletânea de slammers de todo o Brasil.