
Sign up to save your podcasts
Or


Neste dia 25 de novembro, somos convidados a refletir sobre "O desafio da terra", embasados em Josué 13:1-7. A Terra Prometida, um presente de Deus, trouxe com ela desafios inerentes à sua conquista. Imagine os israelitas, uma nação de ex-escravos, deparando-se com a tarefa monumental de conquistar uma terra que seus antigos senhores egípcios jamais dominaram completamente. Somente pela graça divina isso se tornaria possível, como um símbolo da nossa própria jornada espiritual.
O livro de Josué nos mostra que embora a terra fosse um presente de Deus, ocupar e desfrutar dela demandava ação e responsabilidade dos israelitas. Da mesma forma, a vida cristã não é passiva; ela exige participação ativa na jornada da fé. Nossa salvação é um dom de Deus, fruto de Sua graça (Ef 2:8-9), contudo, viver essa salvação implica em abraçar a responsabilidade do nosso crescimento espiritual e da santificação.
Esse processo é muito parecido com a maneira como devemos abordar a vida em Cristo hoje. Somos colocados na posição de corresponder à grande dádiva da salvação, enfrentando desafios e vivendo conforme os princípios do reino de Deus. Vivermos como cidadãos dessa nova Terra é um convite a incorporar as promessas de Deus de forma tangível, mesmo em meio às incertezas e aos desafios diários. A promessa de uma vida plena em Jesus Cristo (João 10:10) não apenas nos preenche de esperança para o futuro, como nos motiva a viver esse futuro no presente.
Consideremos como a promessa da nova Terra, e a vida abundante que Cristo prometeu, pode já estar embutida em cada decisão e ação diária. Em uma sociedade onde promessas quebradas são comuns, as promessas de Deus permanecem firmes, trazendo segurança e um propósito renovado a todos que confiam nEle. A promessa de uma nova Terra revigorada é mais que uma esperança distante; é o fundamento de uma fé viva que devemos cultivar hoje.
Convido você, a cada dia, a viver de forma que essas promessas divinas sejam visíveis em suas ações e decisões, refletindo a graça e a verdade da salvação que recebemos, para que a promessa da nova Terra já comece a ser vivida agora, em nossas atitudes e no amor que compartilhamos.
By Jean GuilhermeNeste dia 25 de novembro, somos convidados a refletir sobre "O desafio da terra", embasados em Josué 13:1-7. A Terra Prometida, um presente de Deus, trouxe com ela desafios inerentes à sua conquista. Imagine os israelitas, uma nação de ex-escravos, deparando-se com a tarefa monumental de conquistar uma terra que seus antigos senhores egípcios jamais dominaram completamente. Somente pela graça divina isso se tornaria possível, como um símbolo da nossa própria jornada espiritual.
O livro de Josué nos mostra que embora a terra fosse um presente de Deus, ocupar e desfrutar dela demandava ação e responsabilidade dos israelitas. Da mesma forma, a vida cristã não é passiva; ela exige participação ativa na jornada da fé. Nossa salvação é um dom de Deus, fruto de Sua graça (Ef 2:8-9), contudo, viver essa salvação implica em abraçar a responsabilidade do nosso crescimento espiritual e da santificação.
Esse processo é muito parecido com a maneira como devemos abordar a vida em Cristo hoje. Somos colocados na posição de corresponder à grande dádiva da salvação, enfrentando desafios e vivendo conforme os princípios do reino de Deus. Vivermos como cidadãos dessa nova Terra é um convite a incorporar as promessas de Deus de forma tangível, mesmo em meio às incertezas e aos desafios diários. A promessa de uma vida plena em Jesus Cristo (João 10:10) não apenas nos preenche de esperança para o futuro, como nos motiva a viver esse futuro no presente.
Consideremos como a promessa da nova Terra, e a vida abundante que Cristo prometeu, pode já estar embutida em cada decisão e ação diária. Em uma sociedade onde promessas quebradas são comuns, as promessas de Deus permanecem firmes, trazendo segurança e um propósito renovado a todos que confiam nEle. A promessa de uma nova Terra revigorada é mais que uma esperança distante; é o fundamento de uma fé viva que devemos cultivar hoje.
Convido você, a cada dia, a viver de forma que essas promessas divinas sejam visíveis em suas ações e decisões, refletindo a graça e a verdade da salvação que recebemos, para que a promessa da nova Terra já comece a ser vivida agora, em nossas atitudes e no amor que compartilhamos.