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Na semana em que celebrámos mais uma vez a revolução dos cravos e o berço da democracia portuguesa, recordamos o papel interventivo que a música teve na alvorada deste novo período mais livre da nossa história. Em tempo de repressão, um mi bemol de Fernando Lopes Graça era mais temido para o governo do que mil panfletos subversivos. Falamos dos artistas que contornavam e desafiavam a censura: Zeca Afonso, Sérgio Godinho, José Mário Branco, entre outros. Importa ainda problematizar o termo "música de intervenção": em que consiste, afinal de contas? E quem são os artistas que, hoje, continuam a ter uma voz - ou uma batida - que questiona e incomoda?
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By Sol & DóNa semana em que celebrámos mais uma vez a revolução dos cravos e o berço da democracia portuguesa, recordamos o papel interventivo que a música teve na alvorada deste novo período mais livre da nossa história. Em tempo de repressão, um mi bemol de Fernando Lopes Graça era mais temido para o governo do que mil panfletos subversivos. Falamos dos artistas que contornavam e desafiavam a censura: Zeca Afonso, Sérgio Godinho, José Mário Branco, entre outros. Importa ainda problematizar o termo "música de intervenção": em que consiste, afinal de contas? E quem são os artistas que, hoje, continuam a ter uma voz - ou uma batida - que questiona e incomoda?
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