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Muito se fala sobre a celebração do mês do orgulho LGBTQIA+, mas por que é importante entender o que o orgulho representa? Ainda hoje, 69 países criminalizam a homossexualidade, alguns inclusive com pena de morte. Mas os direitos da comunidade vão sendo conquistados aos poucos e a luta não pode cessar. Celebrar o orgulho é, mais do que uma festa, um ato de resistência por e para todos aqueles que não podem viver e ser, abertamente, quem são. No episódio de hoje recebemos o Bruno Bortoli, homem cis e gay, que em 2005 foi fazer intercâmbio no Egito (onde a homossexualidade é proibida). Ele nos conta sobre choques culturais, o que teve que fazer pra esconder sua sexualidade e a importância de poder ser quem se é e amar quem se ama. Ouvimos também nesse episódio histórias de voluntáries do AFS sobre suas vivências como parte da comunidade, aceitação e, claro, interculturalidade!
By AFS Intercultura Brasil5
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Muito se fala sobre a celebração do mês do orgulho LGBTQIA+, mas por que é importante entender o que o orgulho representa? Ainda hoje, 69 países criminalizam a homossexualidade, alguns inclusive com pena de morte. Mas os direitos da comunidade vão sendo conquistados aos poucos e a luta não pode cessar. Celebrar o orgulho é, mais do que uma festa, um ato de resistência por e para todos aqueles que não podem viver e ser, abertamente, quem são. No episódio de hoje recebemos o Bruno Bortoli, homem cis e gay, que em 2005 foi fazer intercâmbio no Egito (onde a homossexualidade é proibida). Ele nos conta sobre choques culturais, o que teve que fazer pra esconder sua sexualidade e a importância de poder ser quem se é e amar quem se ama. Ouvimos também nesse episódio histórias de voluntáries do AFS sobre suas vivências como parte da comunidade, aceitação e, claro, interculturalidade!