Maniçoba Podcast

#25 - Wilson Simonal - Vou Deixar Cair… (1966)


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Com muito champignon, exploramos a explosão de popularidade e o posterior desaparecimento na mídia do showman brasileiro Wilson Simonal.

Lado A

Saudações maniçobeiros! Champignon, alho e óleo. A desorientação de Nivaldo. A cognição preservada. Atemporal é Simonal. Mito vivo e tragédia grega em Wilson Simonal: a vida Dionísica. Carlos Imperial, o verdadeiro pioneiro da pilantragem. O “roubo” das músicas tradicionais: Meu Limão, Meu Limoeiro. O desleixo aparente. Simonal foi eleito o melhor cantor de todos os tempos. O show do Maracananzinho em 1969. Sérgio Mendes. O patrocínio da Shell. O domínio do público: 30, 40, 50 mil pessoas (?). O desmaio de Simonal. A origem do uso da faixa na cabeça. A versatilidade de ritmos. O disco de transição. O “ Ray Charles”. A apresentação no Festival de 67. O Rei da Cocada Preta. Filho de empregada/cozinheira e radiotécnica. As dificuldades com o racismo. A ousadia e a bravata como formas de enfrentar o racismo: o Simonal mascarado. A apresentação com Sarah Vaughan. A figura de Simonal como possível inspiração para o povo negro: o ostracismo atrapalhou. Tiradentes, Ouro Preto. Argentina, México, Venezuela. A copa de 70. Amizade com Pelé. Acreditou que poderia jogar a copa. Auto-confiança versus arrogância.

Lado B

O domínio das décadas de 60 e 70. Becos das garrafas, Show em Si-Monal, Spotlight. Lançou Caetano Veloso. Gravou Chico Buarque. Seu Jocelino como testemunha do ostracismo de Simonal: o esquecimento pelo apagamento midiático. Famoso Continuo. Nivaldo e a Sífilis. 1966- Ano internacional do Arroz. Costa e Silva. Adoráveis Trapalhões. Chanchadas. Lourival Batista. Plano Diretor de Curitiba. Cindy Crawford. Malu Mader. John Cusack. Walt Disney. Wenceslau Braz. “Morte” de Paul Mcartney. A regravação de “Mamãe passou açúcar em mim”. A modéstia de Simonal. Imperial deixou Eduardo Araújo no escanteio- golpe autoral. Gastos excessivos. Perda do contrato com a Shell. O orgulho ferido e a surra no contador. O envolvimento do DOPS. Simonal se afirmou informante do DOPS: Bravata?? Processo, prisão e o ostracismo. Discos retirados de catálogos, retirado de shows e discotecas. O peso da punição. O “descompromisso com a inteligência” da pilantragem. A gravação de “país tropical” e a fama de ufanista. O alcoolismo. Simonal: o negro que agia como brancos. O resgate do valor desse magnífico cantor. Erlon Chaves. Documentário. Radiofobia. Biografia “Nem vem que não tem”. Faixa Bônus.

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