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Seja bem-vindo ao vigésimo sexto episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, somos convidados a olhar com sinceridade para o nosso tempo, tão marcadopor divisões, conflitos e distâncias. Em meio a tudo isso, a Igreja tem umamissão clara e corajosa: ser ponte e não muro.
Adiocesaneidade nos chama à unidade. Ser Igreja é, antes de tudo, reunir oque está disperso, como nos lembra o Evangelho. Em tempos de polarizações ejulgamentos apressados, somos desafiados a testemunhar o amor que acolhe, aescuta que aproxima, o perdão que cura. A Diocese de Luz é chamada a ser sinalvisível dessa reconciliação possível — entre pessoas, gerações, ideias eculturas.
Nãohá evangelização sem diálogo. A comunhão não é uniformidade, masacolhimento das diferenças com respeito e fraternidade. É preciso ser pontesdentro das paróquias, entre pastorais, entre gerações, entre os que creem e osque buscam um sentido.
Nanossa rede de comunidades, essa missão ganha rosto em muitas iniciativasconcretas: encontros ecumênicos, pastorais sociais, mutirões de solidariedade,projetos que unem campo e cidade, jovens e idosos, tradições e inovações. Sãogestos simples que, juntos, constroem uma cultura de paz e comunhão.
Eé nesse mesmo espírito que contemplamos São Rafael Arcanjo, nossopadroeiro perpétuo. Ele foi enviado por Deus para ser ponte entre o Céu e aTerra, entre a dor e a cura, entre a dúvida e a confiança. Sua presençadiscreta ligou destinos, reconciliou histórias, curou feridas. Ele caminhou comTobias, mas também transformou a vida de Sara, de Tobit e de todos ao redor.Ele nos mostra que ser ponte é ser canal da graça de Deus.
SãoRafael nos inspira a deixar de lado o espírito de divisão e a assumir umapostura construtiva. Ele nos ensina a ouvir antes de julgar, a compreenderantes de reagir, a unir em vez de separar. Como ele, somos chamados a percorrercaminhos difíceis com humildade e fé.
Assim,nossa Diocese deve ser cada vez mais uma tenda de reconciliação, onde háespaço para o diálogo verdadeiro, para o reencontro, para a escuta e para operdão. Uma tenda onde se supera o que divide e se valoriza o que une. Ondeninguém é descartado, e todos são convidados à comunhão.
Hoje,faça uma escolha concreta pela paz: aproxime-se de alguém com quem você seafastou, promova pontes onde há muros, seja instrumento de reconciliação. Omundo precisa de cristãos que unam, e a Igreja precisa de fiéis que sirvam comcoração aberto.
No próximo episódio,vamos refletir sobre uma missão que não conhece limites: evangelizar é amarsem fronteiras. Até lá!
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao vigésimo sexto episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, somos convidados a olhar com sinceridade para o nosso tempo, tão marcadopor divisões, conflitos e distâncias. Em meio a tudo isso, a Igreja tem umamissão clara e corajosa: ser ponte e não muro.
Adiocesaneidade nos chama à unidade. Ser Igreja é, antes de tudo, reunir oque está disperso, como nos lembra o Evangelho. Em tempos de polarizações ejulgamentos apressados, somos desafiados a testemunhar o amor que acolhe, aescuta que aproxima, o perdão que cura. A Diocese de Luz é chamada a ser sinalvisível dessa reconciliação possível — entre pessoas, gerações, ideias eculturas.
Nãohá evangelização sem diálogo. A comunhão não é uniformidade, masacolhimento das diferenças com respeito e fraternidade. É preciso ser pontesdentro das paróquias, entre pastorais, entre gerações, entre os que creem e osque buscam um sentido.
Nanossa rede de comunidades, essa missão ganha rosto em muitas iniciativasconcretas: encontros ecumênicos, pastorais sociais, mutirões de solidariedade,projetos que unem campo e cidade, jovens e idosos, tradições e inovações. Sãogestos simples que, juntos, constroem uma cultura de paz e comunhão.
Eé nesse mesmo espírito que contemplamos São Rafael Arcanjo, nossopadroeiro perpétuo. Ele foi enviado por Deus para ser ponte entre o Céu e aTerra, entre a dor e a cura, entre a dúvida e a confiança. Sua presençadiscreta ligou destinos, reconciliou histórias, curou feridas. Ele caminhou comTobias, mas também transformou a vida de Sara, de Tobit e de todos ao redor.Ele nos mostra que ser ponte é ser canal da graça de Deus.
SãoRafael nos inspira a deixar de lado o espírito de divisão e a assumir umapostura construtiva. Ele nos ensina a ouvir antes de julgar, a compreenderantes de reagir, a unir em vez de separar. Como ele, somos chamados a percorrercaminhos difíceis com humildade e fé.
Assim,nossa Diocese deve ser cada vez mais uma tenda de reconciliação, onde háespaço para o diálogo verdadeiro, para o reencontro, para a escuta e para operdão. Uma tenda onde se supera o que divide e se valoriza o que une. Ondeninguém é descartado, e todos são convidados à comunhão.
Hoje,faça uma escolha concreta pela paz: aproxime-se de alguém com quem você seafastou, promova pontes onde há muros, seja instrumento de reconciliação. Omundo precisa de cristãos que unam, e a Igreja precisa de fiéis que sirvam comcoração aberto.
No próximo episódio,vamos refletir sobre uma missão que não conhece limites: evangelizar é amarsem fronteiras. Até lá!

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