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Seja bem-vindo ao vigésimo sétimo episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, queremos deixar arder em nosso coração uma verdade que impulsiona amissão da Igreja em todos os tempos e lugares: evangelizar é amar semfronteiras.
Adiocesaneidade nos ensina que a missão não pode ficar presa dentro dos muros dotemplo. A Igreja de Cristo é em saída, como nos recorda o PapaFrancisco. Evangelizar é atravessar limites, geográficos e existenciais, paraque todos conheçam o amor de Deus. A Diocese de Luz é chamada a ser presençaviva em cada canto, onde houver alguém esperando por uma palavra, um gesto,um olhar de fé e esperança.
Amissão começa onde termina o conforto. É necessário ir ao encontro dosafastados, estar onde poucos querem estar, amar com atitudes concretas os que omundo costuma ignorar. A missão da Diocese vai além dos centros paroquiais —ela se estende às fazendas, aos bairros mais distantes, às periferias urbanas ehumanas.
Nanossa rede de comunidades, encontramos muitas expressões dessa presençamissionária: celebrações em comunidades rurais, visitas em regiões isoladas,catequese em bairros periféricos, grupos de oração em presídios e hospitais,ações sociais em áreas de vulnerabilidade. São braços estendidos da nossaIgreja, levando luz onde há escuridão, esperança onde há abandono.
Nessamissão que não conhece fronteiras, temos como companheiro fiel São RafaelArcanjo, padroeiro perpétuo da Diocese. Ele é símbolo da missãoitinerante — um anjo que caminha, que atravessa distâncias, que não sedetém diante dos obstáculos. Rafael foi enviado para uma missão longa, difícil,incerta. Mas ele foi. Com coragem, com sabedoria, com disposição de servir.
SãoRafael nos inspira a não esperarmos as condições ideais para evangelizar. Elenos mostra que a missão acontece no caminho, no encontro com os outros,na escuta e no serviço. Com ele, aprendemos que ser missionário é levar cura,consolo e direção — não importando o lugar ou a situação.
Éassim que nossa Diocese se constrói como uma tenda em movimento. Umatenda que se desinstala quando necessário, que se desloca para estar onde opovo está. Uma tenda que abraça, que caminha, que não espera ser procurada —mas que procura, que vai ao encontro, que ama com gestos concretos.
Hoje,pergunte-se com sinceridade: minha fé tem saído de casa? Tenho me disposto aamar além dos limites do que me é familiar? Evangelizar é amar. E quem ama,não mede distâncias.
Nopróximo episódio, vamos celebrar a santidade que nasce do cotidiano. Porque somosum povo santo, chamado a ser uma Igreja viva. Até lá!
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao vigésimo sétimo episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, queremos deixar arder em nosso coração uma verdade que impulsiona amissão da Igreja em todos os tempos e lugares: evangelizar é amar semfronteiras.
Adiocesaneidade nos ensina que a missão não pode ficar presa dentro dos muros dotemplo. A Igreja de Cristo é em saída, como nos recorda o PapaFrancisco. Evangelizar é atravessar limites, geográficos e existenciais, paraque todos conheçam o amor de Deus. A Diocese de Luz é chamada a ser presençaviva em cada canto, onde houver alguém esperando por uma palavra, um gesto,um olhar de fé e esperança.
Amissão começa onde termina o conforto. É necessário ir ao encontro dosafastados, estar onde poucos querem estar, amar com atitudes concretas os que omundo costuma ignorar. A missão da Diocese vai além dos centros paroquiais —ela se estende às fazendas, aos bairros mais distantes, às periferias urbanas ehumanas.
Nanossa rede de comunidades, encontramos muitas expressões dessa presençamissionária: celebrações em comunidades rurais, visitas em regiões isoladas,catequese em bairros periféricos, grupos de oração em presídios e hospitais,ações sociais em áreas de vulnerabilidade. São braços estendidos da nossaIgreja, levando luz onde há escuridão, esperança onde há abandono.
Nessamissão que não conhece fronteiras, temos como companheiro fiel São RafaelArcanjo, padroeiro perpétuo da Diocese. Ele é símbolo da missãoitinerante — um anjo que caminha, que atravessa distâncias, que não sedetém diante dos obstáculos. Rafael foi enviado para uma missão longa, difícil,incerta. Mas ele foi. Com coragem, com sabedoria, com disposição de servir.
SãoRafael nos inspira a não esperarmos as condições ideais para evangelizar. Elenos mostra que a missão acontece no caminho, no encontro com os outros,na escuta e no serviço. Com ele, aprendemos que ser missionário é levar cura,consolo e direção — não importando o lugar ou a situação.
Éassim que nossa Diocese se constrói como uma tenda em movimento. Umatenda que se desinstala quando necessário, que se desloca para estar onde opovo está. Uma tenda que abraça, que caminha, que não espera ser procurada —mas que procura, que vai ao encontro, que ama com gestos concretos.
Hoje,pergunte-se com sinceridade: minha fé tem saído de casa? Tenho me disposto aamar além dos limites do que me é familiar? Evangelizar é amar. E quem ama,não mede distâncias.
Nopróximo episódio, vamos celebrar a santidade que nasce do cotidiano. Porque somosum povo santo, chamado a ser uma Igreja viva. Até lá!

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