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Seja bem-vindo ao vigésimo nono episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, voltamos nosso olhar para a estrada percorrida, para os marcos que nostrouxeram até aqui. Porque a fé que nos sustenta hoje é feita de passosdados ontem. E por isso dizemos: somos luz que brilha na história.
Adiocesaneidade nos convida a valorizar a memória viva da nossa Igreja local.Conhecer a história da nossa Diocese não é apenas um exercício de curiosidade —é reconhecer a ação de Deus em nosso meio, é agradecer por aqueles que nosantecederam, é compreender que a missão que vivemos hoje é continuidade de umcaminho já iniciado. Não começamos do zero — somos herdeiros de uma grandehistória de fé.
Nossobispo, Dom José Aristeu, tem sido zeloso guardião e renovador dessamemória. Com palavras e atitudes, ele honra os que vieram antes: os bispos quederam seu sim, os padres que semearam com dedicação, os religiosos e religiosasque serviram com amor, os leigos e leigas que sustentaram a vida pastoral comcoragem. Ele nos lembra que somos parte de algo maior, e que essaconsciência histórica nos dá identidade, equilíbrio e gratidão.
Nanossa rede de comunidades, essa história está presente em muitos sinais:na catedral de Luz, que é coração da Diocese; nas igrejas centenárias queguardam a fé do povo; nos registros das primeiras paróquias; nos documentos docentenário da Diocese; nas fotografias, objetos litúrgicos, nomes e rostos quecontam uma trajetória de evangelização.
Acada pedra, a cada símbolo, a cada memória, reconhecemos a presença fiel deDeus que nos sustentou. E, em toda essa caminhada, está também São RafaelArcanjo, nosso padroeiro perpétuo, que nos acompanha desde 1933. Ele nãofoi escolhido por acaso. Sua presença foi invocada como sinal de proteção, curae caminho — e desde então, ele nunca deixou de caminhar conosco.
SãoRafael foi testemunha invisível de gerações que se doaram por essa Diocese. Eleacompanhou padres sendo ordenados, paróquias sendo fundadas, comunidades sendoreunidas. E hoje, segue como sinal de continuidade e fidelidade, nosajudando a enxergar o fio de amor que une o passado ao presente.
Porisso, a nossa Igreja é também uma tenda que guarda e transmite sua história.Uma tenda onde a memória não é saudade vazia, mas fonte de inspiração. Onde sehonra os que vieram antes, sem deixar de olhar para frente. Onde se preserva atradição, sem medo de inovar com responsabilidade e fé.
Hoje,tome um tempo para conhecer mais da história da sua paróquia, da suacomunidade, da nossa Diocese. Visite lugares marcantes, converse com quem viveuantes de você, leia, pergunte, valorize. Porque a luz que hoje brilha comforça é a mesma que começou a acender há muitos anos. E cabe a nós mantê-laacesa.
No próximo episódio,encerramos essa série com um olhar cheio de esperança. Porque, com os olhos nofuturo e os pés firmes na fé, somos sinal de um novo tempo que nasce.Até lá!
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao vigésimo nono episódio da nossa série “Somos Diocese de Luz”.Hoje, voltamos nosso olhar para a estrada percorrida, para os marcos que nostrouxeram até aqui. Porque a fé que nos sustenta hoje é feita de passosdados ontem. E por isso dizemos: somos luz que brilha na história.
Adiocesaneidade nos convida a valorizar a memória viva da nossa Igreja local.Conhecer a história da nossa Diocese não é apenas um exercício de curiosidade —é reconhecer a ação de Deus em nosso meio, é agradecer por aqueles que nosantecederam, é compreender que a missão que vivemos hoje é continuidade de umcaminho já iniciado. Não começamos do zero — somos herdeiros de uma grandehistória de fé.
Nossobispo, Dom José Aristeu, tem sido zeloso guardião e renovador dessamemória. Com palavras e atitudes, ele honra os que vieram antes: os bispos quederam seu sim, os padres que semearam com dedicação, os religiosos e religiosasque serviram com amor, os leigos e leigas que sustentaram a vida pastoral comcoragem. Ele nos lembra que somos parte de algo maior, e que essaconsciência histórica nos dá identidade, equilíbrio e gratidão.
Nanossa rede de comunidades, essa história está presente em muitos sinais:na catedral de Luz, que é coração da Diocese; nas igrejas centenárias queguardam a fé do povo; nos registros das primeiras paróquias; nos documentos docentenário da Diocese; nas fotografias, objetos litúrgicos, nomes e rostos quecontam uma trajetória de evangelização.
Acada pedra, a cada símbolo, a cada memória, reconhecemos a presença fiel deDeus que nos sustentou. E, em toda essa caminhada, está também São RafaelArcanjo, nosso padroeiro perpétuo, que nos acompanha desde 1933. Ele nãofoi escolhido por acaso. Sua presença foi invocada como sinal de proteção, curae caminho — e desde então, ele nunca deixou de caminhar conosco.
SãoRafael foi testemunha invisível de gerações que se doaram por essa Diocese. Eleacompanhou padres sendo ordenados, paróquias sendo fundadas, comunidades sendoreunidas. E hoje, segue como sinal de continuidade e fidelidade, nosajudando a enxergar o fio de amor que une o passado ao presente.
Porisso, a nossa Igreja é também uma tenda que guarda e transmite sua história.Uma tenda onde a memória não é saudade vazia, mas fonte de inspiração. Onde sehonra os que vieram antes, sem deixar de olhar para frente. Onde se preserva atradição, sem medo de inovar com responsabilidade e fé.
Hoje,tome um tempo para conhecer mais da história da sua paróquia, da suacomunidade, da nossa Diocese. Visite lugares marcantes, converse com quem viveuantes de você, leia, pergunte, valorize. Porque a luz que hoje brilha comforça é a mesma que começou a acender há muitos anos. E cabe a nós mantê-laacesa.
No próximo episódio,encerramos essa série com um olhar cheio de esperança. Porque, com os olhos nofuturo e os pés firmes na fé, somos sinal de um novo tempo que nasce.Até lá!

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