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Em 2014, a ONU reconheceu que o direito às mulheres terem acesso à higiene menstrual é uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Isso porque dados da ONU mostram que uma a cada dez meninas perdem aula quando estão menstruadas.
A marca de absorventes Sempre Livre, realizou um estudo que mostrou que 22% das meninas brasileiras entre 12 e 14 anos não possuem produtos higiênicos adequados durante o período menstrual. E 26% das adolescentes entre 15 a 17 anos, também não.
O estudo Girl UP lançou em abril de 2021 um estudo com dados ainda mais aprofundados que mostram o quanto o custo da higiene menstrual é alto: estima-se que uma brasileira gaste entre R$ 3 mil e R$ 8 mil ao longo de sua vida menstrual com absorventes.
Uma estimativa do Banco Mundial, de 2018, mostra que 500 milhões de mulheres no mundo todo não dispõem das instalações adequadas para o manejo da higiene menstrual. No Brasil, a BRK Ambiental, empresa privada de saneamento básico, diz que 1,5 milhão de mulheres não têm banheiro em casa. Ou seja: a pobreza menstrual está diretamente ligada à desigualdade social e também à desigualdade de gênero e precisa ser tratada como uma questão de saúde pública. E é sobre esse assunto que vamos conversar nesse episódio.
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By As JúliasEm 2014, a ONU reconheceu que o direito às mulheres terem acesso à higiene menstrual é uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Isso porque dados da ONU mostram que uma a cada dez meninas perdem aula quando estão menstruadas.
A marca de absorventes Sempre Livre, realizou um estudo que mostrou que 22% das meninas brasileiras entre 12 e 14 anos não possuem produtos higiênicos adequados durante o período menstrual. E 26% das adolescentes entre 15 a 17 anos, também não.
O estudo Girl UP lançou em abril de 2021 um estudo com dados ainda mais aprofundados que mostram o quanto o custo da higiene menstrual é alto: estima-se que uma brasileira gaste entre R$ 3 mil e R$ 8 mil ao longo de sua vida menstrual com absorventes.
Uma estimativa do Banco Mundial, de 2018, mostra que 500 milhões de mulheres no mundo todo não dispõem das instalações adequadas para o manejo da higiene menstrual. No Brasil, a BRK Ambiental, empresa privada de saneamento básico, diz que 1,5 milhão de mulheres não têm banheiro em casa. Ou seja: a pobreza menstrual está diretamente ligada à desigualdade social e também à desigualdade de gênero e precisa ser tratada como uma questão de saúde pública. E é sobre esse assunto que vamos conversar nesse episódio.
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