Se todas as nossas escolhas éticas são frutos de como o nosso corpo foi condicionado, então seremos nós de fato livres? Será que possuímos o livre-arbítrio?
Eu quero falar um pouco sobre comportamentalismo e um dos meus filmes favoritos, Laranja Mecânica, onde Alex DeLarge, nosso pequeno drug, decide passar por um tratamento que vai fazer com que ele se torne uma pessoa boa; mas esse tratamento também acaba o privando de fazer escolhas baseadas em seus verdadeiros desejos.
Nesse caso que entra, talvez a maior reflexão que o filme pode nos trazer: será que um homem que escolhe o mal é talvez melhor do que um homem que teve o bem imposto a si?
Essa pergunta foi retirada do próprio livro, do Anthony Burgess e, quero falar sobre ele também. Vamos nessa?
Filme / A Corrente do Bem (2000)