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Seja bem-vindo ao nosso terceiro episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,somos chamados a contemplar uma das maiores riquezas da nossa Igreja: acomunhão que floresce na diversidade. O que nos une é mais forte do que o quenos separa, e é justamente nas diferenças que a beleza do Corpo de Cristo serevela com mais força.
Vivera diocesaneidade é reconhecer que não somos uma Igreja uniforme, mas um povodiverso que caminha junto. Temos diferentes ministérios, dons, realidadessociais, culturais e econômicas. Há paróquias urbanas e rurais, comunidadesgrandes e pequenas, tradições antigas e expressões novas de fé. Mesmo assim —ou talvez por isso mesmo —, somos uma só Diocese, um só povo de Deus. A unidadenão significa igualdade absoluta, mas harmonia entre os diversos.
Averdadeira comunhão pastoral nasce da escuta mútua, do respeito às diferenças eda disposição de colaborar. Em reuniões, encontros e assembleias, a Diocese umambiente onde todos são ouvidos, especialmente os que pensam diferente.
Nanossa rede de comunidades, essa diversidade é visível e viva. Temos comunidadesque celebram com cantos tradicionais e outras que usam instrumentos maismodernos; pastorais com jovens cheios de entusiasmo e outras com idososcarregados de sabedoria; grupos que se organizam a partir de realidadesindígenas, quilombolas, periféricas ou de pequenos agricultores. E todas essasexpressões, quando vividas em espírito de fraternidade, enriquecem a missãocomum.
Éassim que experimentamos a beleza de ser uma Diocese plural. Quando diferentesparóquias se unem para eventos regionais, quando partilhamos experiências entrepastorais, quando um aprende com o outro, a comunhão se fortalece. Nenhumacomunidade tem tudo. Cada uma traz uma contribuição única para o conjunto.Juntas, formam uma Igreja viva e em saída.
Enesse caminho está também São Rafael Arcanjo, nosso padroeiro perpétuo. Ele nãoescolheu um só caminho, uma só pessoa, uma só forma de agir. Ele se fezpresente em diferentes situações, com diferentes pessoas, sempre promovendoreconciliação e unidade. Onde havia separação, ele construiu pontes. Onde haviasolidão, ele aproximou. Ele é sinal de uma comunhão que não apaga a identidadede cada um, mas a valoriza.
ADiocese de Luz quer ser essa tenda ampla, onde cabem os diversos carismas,espiritualidades e rostos. Uma Igreja onde ninguém é excluído por serdiferente, mas acolhido como parte do todo. Uma tenda firme na fé, mas abertaàs múltiplas formas de vivê-la.
Hoje,agradeça a Deus pelas diferenças presentes na sua comunidade. E pergunte-se:tenho valorizado o que é diferente de mim? Tenho contribuído para uma comunhãoverdadeira? Que o Espírito Santo nos ensine a viver a unidade sem uniformidade,a fraternidade sem exclusão, e a alegria de sermos muitos — mas um só corpo.
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao nosso terceiro episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje,somos chamados a contemplar uma das maiores riquezas da nossa Igreja: acomunhão que floresce na diversidade. O que nos une é mais forte do que o quenos separa, e é justamente nas diferenças que a beleza do Corpo de Cristo serevela com mais força.
Vivera diocesaneidade é reconhecer que não somos uma Igreja uniforme, mas um povodiverso que caminha junto. Temos diferentes ministérios, dons, realidadessociais, culturais e econômicas. Há paróquias urbanas e rurais, comunidadesgrandes e pequenas, tradições antigas e expressões novas de fé. Mesmo assim —ou talvez por isso mesmo —, somos uma só Diocese, um só povo de Deus. A unidadenão significa igualdade absoluta, mas harmonia entre os diversos.
Averdadeira comunhão pastoral nasce da escuta mútua, do respeito às diferenças eda disposição de colaborar. Em reuniões, encontros e assembleias, a Diocese umambiente onde todos são ouvidos, especialmente os que pensam diferente.
Nanossa rede de comunidades, essa diversidade é visível e viva. Temos comunidadesque celebram com cantos tradicionais e outras que usam instrumentos maismodernos; pastorais com jovens cheios de entusiasmo e outras com idososcarregados de sabedoria; grupos que se organizam a partir de realidadesindígenas, quilombolas, periféricas ou de pequenos agricultores. E todas essasexpressões, quando vividas em espírito de fraternidade, enriquecem a missãocomum.
Éassim que experimentamos a beleza de ser uma Diocese plural. Quando diferentesparóquias se unem para eventos regionais, quando partilhamos experiências entrepastorais, quando um aprende com o outro, a comunhão se fortalece. Nenhumacomunidade tem tudo. Cada uma traz uma contribuição única para o conjunto.Juntas, formam uma Igreja viva e em saída.
Enesse caminho está também São Rafael Arcanjo, nosso padroeiro perpétuo. Ele nãoescolheu um só caminho, uma só pessoa, uma só forma de agir. Ele se fezpresente em diferentes situações, com diferentes pessoas, sempre promovendoreconciliação e unidade. Onde havia separação, ele construiu pontes. Onde haviasolidão, ele aproximou. Ele é sinal de uma comunhão que não apaga a identidadede cada um, mas a valoriza.
ADiocese de Luz quer ser essa tenda ampla, onde cabem os diversos carismas,espiritualidades e rostos. Uma Igreja onde ninguém é excluído por serdiferente, mas acolhido como parte do todo. Uma tenda firme na fé, mas abertaàs múltiplas formas de vivê-la.
Hoje,agradeça a Deus pelas diferenças presentes na sua comunidade. E pergunte-se:tenho valorizado o que é diferente de mim? Tenho contribuído para uma comunhãoverdadeira? Que o Espírito Santo nos ensine a viver a unidade sem uniformidade,a fraternidade sem exclusão, e a alegria de sermos muitos — mas um só corpo.

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