O terceiro episódio do FTM Debate expõe a fratura entre a política monetária teórica e a realidade dos preços nas prateleiras do Brasil. Enquanto o Banco Central recua a Selic para 14,5%, a Petrobras desfere um reajuste de 19,2% no gás natural, e o Boletim Focus já projeta o IPCA de 2026 a 4,86%. O choque entre os apresentadores revela duas perspectivas: a de um ciclo de corte ameaçado por inflação iminente versus a de uma oportunidade geracional impulsionada pelo acordo Mercosul-UE e juros reais de 10%. Para o investidor, o cenário exige uma calibração cirúrgica entre a renda fixa conservadora e posições agressivas em exportadoras protegidas pelo dólar. Siga o dinheiro.