As Perpétuas

#32: Maus | As Perpétuas


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"É sempre tudo um pouco pior, um pouco pior…"
Errata

Na minutagem 28:45, é citado erroneamente o nome do artista Ed Benes como autor de uma ilustração a qual ele não é responsável. 

O correto é Joe Bennet.
Pedimos desculpas pelo erro.

FICHA TÉCNICA:

Título: Maus

Autor: Art Spielgeman (Itzhak Avraham ben Zeev Spiegelman)

Editora: Quadrinhos na Cia

Tradutor: Antonio de Macedo Soares

Editor: Não creditado

Lançado aqui: 1986 pela editora brasiliense. Pela Cia. foi em 2009

Lançado originalmente em 1980/1991 na revista Raw

PRÊMIOS:
  • 1987 Revista Present Tense, American Jewish Committee Present Tense/Prêmio Joel H. Cavior para livro de ficção
  • 1988 fr (Christian Testimony)[h] Prix Résistance by Témoignage chrétien
  • 1988 Prêmio do Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême Melhor álbum estrangeiro (Maus: un survivant raconte - Mon pèr saigne l'histoire)
  • 1988 Prêmio Urhunden Álbum estrangeiro
  • 1990 Prêmio Max & Moritz Prêmio especial
  • 1992 Prêmio Pulitzer Prêmio especial em literatura
  • 1992 Prêmio Eisner Melhor graphic album — Reedição (Maus II).
  • 1992 Prêmio Harvey Melhor graphic album de material já previamente publicado (Maus II) \
  • 1992 Los Angeles Times Book Prize for Fiction (Maus II)
  • 1993 Prêmio do Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême Melhor álbum estrangeiro (Maus: un survivant raconte - Et c'est là que mes ennuis ont commencé)
  • 1993 Prêmio Urhunden Álbum estrangeiro (Maus II) 
  • Banido em várias escolas
  • PREMISSA:

    Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume.Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto.Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.

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    As PerpétuasBy asperpetuas