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Quando pensamos no rock nacional, de pronto nos vêm à cabeça nomes seminais como os de Roberto Carlos, Os Mutantes, Raul Seixas, Cazuza, entre tantos outros. No entanto, grupos como Ave Sangria, Som Imaginário e Módulo 1000, cujos repertórios são tão ricos em termos de criatividade e inovação sonora quanto o dos gigantes anteriormente mencionados, acabaram exilados em recôncavos obscuros da memória, onde permaneceram inexplorados e intocados por décadas. São inúmeros os motivos que levaram a esse infeliz exílio — e na maioria das vezes tão enigmáticos quanto as histórias das próprias bandas. Censura, auto-sabotagem, brigas internas e mortes trágicas e prematuras, abreviaram as vidas de muitos músicos e grupos brasileiros de rock ao longo dos anos.
Silvinha - “Paraíba” (1971)
Sylvinha Araujo – mais conhecida como Silvinha – entre 1968 e 1971, a mineira lançaria três discos pela extinta gravadora Odeon Records, sendo o homônimo de 1971 o último trabalho dela.
Umas e Outras - “No Nepal Tudo é Barato” (1970)
Estabelecida em 1970 pelas cantoras Regininha, Dorinha Tapajós e Málu Ballona (que integraram anteriormente A Turma da Pilantragem), a banda Umas e Outras lançou apenas o álbum Poucas e Boas (1970).
Som Imaginário - “Você Tem Que Saber” (1970)
Apesar de a Som Imaginário ter o nome consolidado como banda de apoio de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, entre outros, a discografia própria do grupo ainda permanece pouco explorada. A Som Imaginário gravou três discos ao longo da carreira.
Analfabitles - “Shake” (1969)
Formada em 1965, o Analfabitles fez parte – ao lado do The Bubbles e Os Baobás – de uma leva de bandas brasileiras cujo repertório era basicamente constituído de covers em inglês. Mas, na contramão dos conterrâneos, o sexteto buscou reinterpretar composições menos óbvias de bandas norte-americanas obscuras no Brasil.
Realização: https://linktr.ee/ModatoGMS
By Bode da MutanteQuando pensamos no rock nacional, de pronto nos vêm à cabeça nomes seminais como os de Roberto Carlos, Os Mutantes, Raul Seixas, Cazuza, entre tantos outros. No entanto, grupos como Ave Sangria, Som Imaginário e Módulo 1000, cujos repertórios são tão ricos em termos de criatividade e inovação sonora quanto o dos gigantes anteriormente mencionados, acabaram exilados em recôncavos obscuros da memória, onde permaneceram inexplorados e intocados por décadas. São inúmeros os motivos que levaram a esse infeliz exílio — e na maioria das vezes tão enigmáticos quanto as histórias das próprias bandas. Censura, auto-sabotagem, brigas internas e mortes trágicas e prematuras, abreviaram as vidas de muitos músicos e grupos brasileiros de rock ao longo dos anos.
Silvinha - “Paraíba” (1971)
Sylvinha Araujo – mais conhecida como Silvinha – entre 1968 e 1971, a mineira lançaria três discos pela extinta gravadora Odeon Records, sendo o homônimo de 1971 o último trabalho dela.
Umas e Outras - “No Nepal Tudo é Barato” (1970)
Estabelecida em 1970 pelas cantoras Regininha, Dorinha Tapajós e Málu Ballona (que integraram anteriormente A Turma da Pilantragem), a banda Umas e Outras lançou apenas o álbum Poucas e Boas (1970).
Som Imaginário - “Você Tem Que Saber” (1970)
Apesar de a Som Imaginário ter o nome consolidado como banda de apoio de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, entre outros, a discografia própria do grupo ainda permanece pouco explorada. A Som Imaginário gravou três discos ao longo da carreira.
Analfabitles - “Shake” (1969)
Formada em 1965, o Analfabitles fez parte – ao lado do The Bubbles e Os Baobás – de uma leva de bandas brasileiras cujo repertório era basicamente constituído de covers em inglês. Mas, na contramão dos conterrâneos, o sexteto buscou reinterpretar composições menos óbvias de bandas norte-americanas obscuras no Brasil.
Realização: https://linktr.ee/ModatoGMS