O caminho não é um grupo espontaneo, nem uma associação, não é um movimento de espiritulidade, nem um grupo selecionado dentro da paróquia. É um caminho vivido em regimes de pequenas comunidades, formados por pessoas de idade, condição social, mentalidade eculturas diferentes que, dentro da atual estrutura da paróquia e em comunhão com o Bispo, revivem em plenitude o seu batismo. “tal instituição nada tem que ver com as comunidades eclesiais de base; deve caracterizar-se por plena fidelidade ao magistério da igreja e às instituições da hieraquia local (Bispo, paroco)” – “pergunte e responderemos” 290/1986