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ORAÇÃO INICIAL D. A Palavra de Deus revela o mistério de amor que envolve a nossa vida. O Deus salvador compartilha do caminho da nossa vida, nos apresenta seu projeto, quer nossa colaboração. A fé é resposta positiva a este plano divino. O Senhor habita no meio de nós: T. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém. D. A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. D. À luz da Palavra Santa descobrimos nossa identidade e vocação: somos filhos e filhas muito amados de Deus.
D. O esforço da vida cristã está em descobrir a Palavra de Deus nos acontecimentos de cada dia. O povo da Bíblia entendeu bem isso. Como diz um estudioso, “quando Israel reza, se ajoelha sobre o chão da própria história”. Por isso, nos deixemos iluminar e conduzir por Deus, como discípulos atentos, fiéis e dóceis às suas inspirações. L.1 Escuta, Israel, nosso Deus é o único Senhor! Todos: Abri, Senhor, nossos ouvidos para escutar a Vossa Palavra! L.2 Amarás o Senhor, teu Deus com todo o teu coração! Todos: Que nossa consciência se renove à luz da Vossa Palavra! L.1 Amarás o Senhor, teu Deus com toda a tua alma! Todos: A profundidade do nosso ser respire a Vossa Palavra! L.2 Amarás o Senhor, teu Deus com toda a tua força!
Todos: Um novo dinamismo nos faz anunciar a Vossa Palavra! L.1 Estas palavras estejam em teu coração! Todos: E que nada mais ocupe em nossa vida o lugar da Vossa Palavra! Shemá, Israel... nº 61 03. LER PARA ENTENDER D. Nossa vida é feita de muitas experiências. Algumas boas, outras ruins. Muitas delas nos marcam de um jeito muito forte. Algumas nos mudam para sempre. Também é assim na nossa vida de fé. Para o povo de Deus, desde sempre, existem algumas situações que transformam o olhar, o pensamento, a ação, de um jeito definitivo. Queremos escutar:
Texto: Dt 26,4-11
04. DEUS ME FALA L.1 A memória do êxodo está presente em todo o livro do Deuteronômio. É o grande pano de fundo, diante do qual todas as ações se desenrolam. O êxodo, de fato, é fundamental para a consciência de Israel como povo de Deus, tanto em sentido político quanto religioso. A experiência da libertação da escravidão do Egito, sob a orientação de Moisés, organizando o povo de acordo com as tribos (dimensão política), leva a perceber e reconhecer o amor preferencial de Deus por esse povo pobre e necessitado de salvação, celebrando a grande festa da aliança (dimensão religiosa). L.2 No primeiro encontro deste Mês, já dizíamos: a experiência do deserto foi um tempo para Israel amadurecer essa consciência. Foi uma espécie de “adolescência” do povo de Deus. Não basta saber sobre Deus, sobre os conteúdos da aliança, sobre o que aconteceu no passado. É preciso integrar tudo isso numa opção firme e decidida em andar segundo a Lei e a vontade do Senhor. Essa decisão não é fruto do acaso ou do repente, mas da reflexão amadurecida com o tempo e a fé. L.1 Deus, no episódio do chamado de Moisés (Ex 3), se apresenta como o Deus dos pais. Ou seja, Ele é alguém da família, e deseja que o seu povo se compreenda como uma única grande família, unida pelos laços do amor, da misericórdia, da justiça e da solidariedade. Essa deve ser a forma do povo viver. Essas raízes não podem se perder. Por isso, no texto que lemos e escutamos, essa recordação assume a característica de celebração. A liturgia celebra a vida, não de maneira abstrata, mas de modo concreto e real.
By Cássio Rogério de LimaORAÇÃO INICIAL D. A Palavra de Deus revela o mistério de amor que envolve a nossa vida. O Deus salvador compartilha do caminho da nossa vida, nos apresenta seu projeto, quer nossa colaboração. A fé é resposta positiva a este plano divino. O Senhor habita no meio de nós: T. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém. D. A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. D. À luz da Palavra Santa descobrimos nossa identidade e vocação: somos filhos e filhas muito amados de Deus.
D. O esforço da vida cristã está em descobrir a Palavra de Deus nos acontecimentos de cada dia. O povo da Bíblia entendeu bem isso. Como diz um estudioso, “quando Israel reza, se ajoelha sobre o chão da própria história”. Por isso, nos deixemos iluminar e conduzir por Deus, como discípulos atentos, fiéis e dóceis às suas inspirações. L.1 Escuta, Israel, nosso Deus é o único Senhor! Todos: Abri, Senhor, nossos ouvidos para escutar a Vossa Palavra! L.2 Amarás o Senhor, teu Deus com todo o teu coração! Todos: Que nossa consciência se renove à luz da Vossa Palavra! L.1 Amarás o Senhor, teu Deus com toda a tua alma! Todos: A profundidade do nosso ser respire a Vossa Palavra! L.2 Amarás o Senhor, teu Deus com toda a tua força!
Todos: Um novo dinamismo nos faz anunciar a Vossa Palavra! L.1 Estas palavras estejam em teu coração! Todos: E que nada mais ocupe em nossa vida o lugar da Vossa Palavra! Shemá, Israel... nº 61 03. LER PARA ENTENDER D. Nossa vida é feita de muitas experiências. Algumas boas, outras ruins. Muitas delas nos marcam de um jeito muito forte. Algumas nos mudam para sempre. Também é assim na nossa vida de fé. Para o povo de Deus, desde sempre, existem algumas situações que transformam o olhar, o pensamento, a ação, de um jeito definitivo. Queremos escutar:
Texto: Dt 26,4-11
04. DEUS ME FALA L.1 A memória do êxodo está presente em todo o livro do Deuteronômio. É o grande pano de fundo, diante do qual todas as ações se desenrolam. O êxodo, de fato, é fundamental para a consciência de Israel como povo de Deus, tanto em sentido político quanto religioso. A experiência da libertação da escravidão do Egito, sob a orientação de Moisés, organizando o povo de acordo com as tribos (dimensão política), leva a perceber e reconhecer o amor preferencial de Deus por esse povo pobre e necessitado de salvação, celebrando a grande festa da aliança (dimensão religiosa). L.2 No primeiro encontro deste Mês, já dizíamos: a experiência do deserto foi um tempo para Israel amadurecer essa consciência. Foi uma espécie de “adolescência” do povo de Deus. Não basta saber sobre Deus, sobre os conteúdos da aliança, sobre o que aconteceu no passado. É preciso integrar tudo isso numa opção firme e decidida em andar segundo a Lei e a vontade do Senhor. Essa decisão não é fruto do acaso ou do repente, mas da reflexão amadurecida com o tempo e a fé. L.1 Deus, no episódio do chamado de Moisés (Ex 3), se apresenta como o Deus dos pais. Ou seja, Ele é alguém da família, e deseja que o seu povo se compreenda como uma única grande família, unida pelos laços do amor, da misericórdia, da justiça e da solidariedade. Essa deve ser a forma do povo viver. Essas raízes não podem se perder. Por isso, no texto que lemos e escutamos, essa recordação assume a característica de celebração. A liturgia celebra a vida, não de maneira abstrata, mas de modo concreto e real.