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Imagem retirada do site de Karina Kuschinir : https://karinakuschnir.wordpress.com/2021/02/03/montanha-russa-emocional/
(A Karina é uma antropóloga que trabalha com desenhos, seu site é cheio de coisas interessantes)
Li esse texto no inicio de 2020, a pandemia tinha começado a nos atropelar naquela época. Li para a primeira matéria de Antropologia que fiz. E depois fiz meu trabalho para o curso baseado neste texto. A professora trouxe uma mescla entre os clássicos e os contemporâneos e essa falta de lienaridade me ajudou muito a comprender um pouquinho (bem pouquinho) a antropologia.
O texto da Silvana me aproximou tanto da antropologia (e também da universidade, esse mundo tão estranho e ambíguo), num momento em que entender o que é o estar em campo é tão complexo. A autora, com referências latinas, informada dos pensamentos transfeministas e feministas negros toca em diversos pontos, em principal o corpo, a corporeidade. Revisitar esse texto após um ano de um mundo pandêmico é muito significativo.
Li apenas a primeira parte, que é uma espécie de reflexões que será aprofundada nas outras partes do texto. Ele pode ser lido na íntegra aqui https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/161080
Imagem retirada do site de Karina Kuschinir : https://karinakuschnir.wordpress.com/2021/02/03/montanha-russa-emocional/
(A Karina é uma antropóloga que trabalha com desenhos, seu site é cheio de coisas interessantes)
Li esse texto no inicio de 2020, a pandemia tinha começado a nos atropelar naquela época. Li para a primeira matéria de Antropologia que fiz. E depois fiz meu trabalho para o curso baseado neste texto. A professora trouxe uma mescla entre os clássicos e os contemporâneos e essa falta de lienaridade me ajudou muito a comprender um pouquinho (bem pouquinho) a antropologia.
O texto da Silvana me aproximou tanto da antropologia (e também da universidade, esse mundo tão estranho e ambíguo), num momento em que entender o que é o estar em campo é tão complexo. A autora, com referências latinas, informada dos pensamentos transfeministas e feministas negros toca em diversos pontos, em principal o corpo, a corporeidade. Revisitar esse texto após um ano de um mundo pandêmico é muito significativo.
Li apenas a primeira parte, que é uma espécie de reflexões que será aprofundada nas outras partes do texto. Ele pode ser lido na íntegra aqui https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/161080