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Olá, eu sou Bruna Paulin e este é o podcast A História do Disco. Todo disco tem uma história. Ou mais. E por aqui você vai poder conferir tanto histórias e curiosidades sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música como também como esses discos fazem parte das nossas vidas. Nesta segunda temporada receberemos convidados muito especiais que dividem suas histórias e discos favoritos.
Colabore com nosso financiamento contínuo para o programa seguir semanal e gratuito para todas as pessoas em apoia.se/ahistoriadodisco
Neste episódio nosso convidado é Samuel Samuca. Samuca é cantor, compositor e líder da banda Samuca e a Selva, em franca ascensão no cenário nacional com dois álbuns lançados: o mais recente “Tudo que move é sagrado” (2018, YbMusic) reinterpreta canções fundamentais da obra de Ronaldo Bastos em homenagem aos 70 anos do autor de forma ousada com participações de nomes como Criolo, Liniker e Luedji Luna. O disco foi apontado como um dos melhores 50 álbuns do ano pela APCA. Já o trabalho de estreia, Madurar (2016, YbMusic), rendeu à banda indicação ao 28o Prêmio da Música Brasileira como melhor grupo de canção popular e traz escancarada a verve autoral e a intima relação de Samuca com as palavras, a espiritualidade, as paixões e a ginga. Dono de uma voz potente e notória presença cênica, Samuca alia canto e dança à grande capacidade de comunicação com o público em suas apresentações. Certamente um frontman entre os mais magnéticos que a nova geração da MPB tem em atividade.
E no programa de hoje, você vai conhecer a história de Samuca com "Antônio Carlos e Jocafi" de 1973
Apoio: Cubo Play, Editora Belas Letras e Toca do Disco
Roteiro, locução e entrevista: Bruna Paulin
Edição: Nicolly Demeneghe
Arte: Librae
Vinheta: Augusto Stern e Fernando Efron (ISRC - BR0SF2100001)
By A História do DiscoOlá, eu sou Bruna Paulin e este é o podcast A História do Disco. Todo disco tem uma história. Ou mais. E por aqui você vai poder conferir tanto histórias e curiosidades sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música como também como esses discos fazem parte das nossas vidas. Nesta segunda temporada receberemos convidados muito especiais que dividem suas histórias e discos favoritos.
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Neste episódio nosso convidado é Samuel Samuca. Samuca é cantor, compositor e líder da banda Samuca e a Selva, em franca ascensão no cenário nacional com dois álbuns lançados: o mais recente “Tudo que move é sagrado” (2018, YbMusic) reinterpreta canções fundamentais da obra de Ronaldo Bastos em homenagem aos 70 anos do autor de forma ousada com participações de nomes como Criolo, Liniker e Luedji Luna. O disco foi apontado como um dos melhores 50 álbuns do ano pela APCA. Já o trabalho de estreia, Madurar (2016, YbMusic), rendeu à banda indicação ao 28o Prêmio da Música Brasileira como melhor grupo de canção popular e traz escancarada a verve autoral e a intima relação de Samuca com as palavras, a espiritualidade, as paixões e a ginga. Dono de uma voz potente e notória presença cênica, Samuca alia canto e dança à grande capacidade de comunicação com o público em suas apresentações. Certamente um frontman entre os mais magnéticos que a nova geração da MPB tem em atividade.
E no programa de hoje, você vai conhecer a história de Samuca com "Antônio Carlos e Jocafi" de 1973
Apoio: Cubo Play, Editora Belas Letras e Toca do Disco
Roteiro, locução e entrevista: Bruna Paulin
Edição: Nicolly Demeneghe
Arte: Librae
Vinheta: Augusto Stern e Fernando Efron (ISRC - BR0SF2100001)

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