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algumas perguntas: 1. na Igreja pré-Vaticano II, era comum (e incentivada) a devolução do dízimo? Por quê?
as dioceses hoje procuram dar ênfase à conscientização do dízimo, mostrando inclusive fundamentos bíblicos, e tentando substituir uma cultura de sustento das Igrejas baseada no trinômio "bingo-churrasco-quermesse". Isso é correto? Isso é positivo?
se todos os católicos que se dizem praticantes tivessem maior consciência em devolver o dízimo como gratidão à graça de Deus em nossas vidas (e consequente consciência de que "eu sou Igreja"), seria então necessário manter tais espórtulas eventuais (pois meu dízimo é que faz o padre viver de seu ofício, além de custear demais despesas da Paróquia)? E se o mesmo acontecesse aos "católicos só de nome" (caso obviamente voltassem à sua Santa Mãe Igreja)?
By Orlando Fedeli3.5
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algumas perguntas: 1. na Igreja pré-Vaticano II, era comum (e incentivada) a devolução do dízimo? Por quê?
as dioceses hoje procuram dar ênfase à conscientização do dízimo, mostrando inclusive fundamentos bíblicos, e tentando substituir uma cultura de sustento das Igrejas baseada no trinômio "bingo-churrasco-quermesse". Isso é correto? Isso é positivo?
se todos os católicos que se dizem praticantes tivessem maior consciência em devolver o dízimo como gratidão à graça de Deus em nossas vidas (e consequente consciência de que "eu sou Igreja"), seria então necessário manter tais espórtulas eventuais (pois meu dízimo é que faz o padre viver de seu ofício, além de custear demais despesas da Paróquia)? E se o mesmo acontecesse aos "católicos só de nome" (caso obviamente voltassem à sua Santa Mãe Igreja)?