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"Devia ser um trabalho de todos e do Estado. Mas se ninguém faz, fazemos nós". Foi com esta postura que Ana Ventura Miranda, a viver em Nova Iorque, fundou o Arte Institute para apoiar a internacionalização e exportação da cultura contemporânea portuguesa. Começou por levar obra de Saramago e Pessoa para a cidade que nunca dorme e, passados dez anos, já ajudou a levar inúmeros artistas a vários pontos do mundo. Uma conversa sobre "pôr as mãos na massa", batalhar e fazer "valer o nosso valor". Porque, claro ficou, que artisticamente "não estamos atrás de ninguém".
By João Neves"Devia ser um trabalho de todos e do Estado. Mas se ninguém faz, fazemos nós". Foi com esta postura que Ana Ventura Miranda, a viver em Nova Iorque, fundou o Arte Institute para apoiar a internacionalização e exportação da cultura contemporânea portuguesa. Começou por levar obra de Saramago e Pessoa para a cidade que nunca dorme e, passados dez anos, já ajudou a levar inúmeros artistas a vários pontos do mundo. Uma conversa sobre "pôr as mãos na massa", batalhar e fazer "valer o nosso valor". Porque, claro ficou, que artisticamente "não estamos atrás de ninguém".