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No último episódio da quarta temporada do Manifesting with Ale, eu abro uma das conversas mais importantes da minha vida — e, provavelmente, da sua também.
Hoje eu quero te mostrar o que eu mesma precisei enxergar para expandir: o condicionamento silencioso que, por gerações, ensinou mulheres como nós a desejar menos, a pedir menos e a aceitar muito menos do que realmente queriam.
Eu cresci acreditando que ser “boa” era me sacrificar. Que ser aceita significava não incomodar. Que desejar muito era perigoso. E só anos depois, estudando neurociência, comportamento e identidade, eu entendi que nada disso era verdade — era apenas repetição. Era o meu cérebro registrando mensagens antigas como se fossem minhas.
E nesse episódio eu te mostro exatamente como isso acontece.
Eu te explico:
por que o nosso cérebro escolhe o que é familiar e não o que faz bem
como crenças herdadas viram identidade emocional
por que algumas pessoas se incomodam quando você começa a desejar mais
a diferença entre uma vida que parece “boa” e uma vida que parece sua
o impacto emocional e físico de viver abaixo do próprio tamanho
e como o corpo começa a se curar quando você volta para a sua verdade
Esse é um episódio sobre coragem, sobre memória, sobre identidade — e sobre a expansão que acontece quando você deixa de se diminuir para acomodar o desconforto dos outros.
Quando eu finalmente escolhi viver alinhada comigo, minha energia mudou. Minha clareza voltou. Minha criatividade reacendeu. Meu corpo respirou. E é isso que eu quero te entregar hoje: um lembrete vivo de que você também pode — e merece — se expandir.
Se você sentir o chamado para ir além do podcast, na descrição eu deixei o link para o Women’s Wealth & Wellbeing, a minha escola de materialização e reprogramação. É o espaço onde eu ensino, na prática, a neurociência da abundância, as leis universais e a construção de uma identidade que manifesta com leveza e consistência.
Esse episódio é um abraço no seu sistema nervoso e uma abertura de caminho para o que você nasceu para viver.
By Ale Lima @manifesting.with.aleNo último episódio da quarta temporada do Manifesting with Ale, eu abro uma das conversas mais importantes da minha vida — e, provavelmente, da sua também.
Hoje eu quero te mostrar o que eu mesma precisei enxergar para expandir: o condicionamento silencioso que, por gerações, ensinou mulheres como nós a desejar menos, a pedir menos e a aceitar muito menos do que realmente queriam.
Eu cresci acreditando que ser “boa” era me sacrificar. Que ser aceita significava não incomodar. Que desejar muito era perigoso. E só anos depois, estudando neurociência, comportamento e identidade, eu entendi que nada disso era verdade — era apenas repetição. Era o meu cérebro registrando mensagens antigas como se fossem minhas.
E nesse episódio eu te mostro exatamente como isso acontece.
Eu te explico:
por que o nosso cérebro escolhe o que é familiar e não o que faz bem
como crenças herdadas viram identidade emocional
por que algumas pessoas se incomodam quando você começa a desejar mais
a diferença entre uma vida que parece “boa” e uma vida que parece sua
o impacto emocional e físico de viver abaixo do próprio tamanho
e como o corpo começa a se curar quando você volta para a sua verdade
Esse é um episódio sobre coragem, sobre memória, sobre identidade — e sobre a expansão que acontece quando você deixa de se diminuir para acomodar o desconforto dos outros.
Quando eu finalmente escolhi viver alinhada comigo, minha energia mudou. Minha clareza voltou. Minha criatividade reacendeu. Meu corpo respirou. E é isso que eu quero te entregar hoje: um lembrete vivo de que você também pode — e merece — se expandir.
Se você sentir o chamado para ir além do podcast, na descrição eu deixei o link para o Women’s Wealth & Wellbeing, a minha escola de materialização e reprogramação. É o espaço onde eu ensino, na prática, a neurociência da abundância, as leis universais e a construção de uma identidade que manifesta com leveza e consistência.
Esse episódio é um abraço no seu sistema nervoso e uma abertura de caminho para o que você nasceu para viver.