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ARMADILHA
Zig Ziglar
Lembre-se: queijo de graça, só em ratoeira.
“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma”(2Tessalonicenses 3.10)
Anos atrás, Paul Harvey descreveu como os esquimós no gélido Polo Norte matam lobos. Pegam uma faca bem afiada, embebem-na em sangue e a congelam. Em seguida, enterram o cabo da faca na tundra congelada, deixando a lâmina para fora. Os lobos, atraídos pelo cheiro de sangue, vêm lamber a lâmina. O frio entorpece a língua do lobo e, ao atingir a lâmina, o animal não sabe que está lambendo uma lâmina afiada. Quando o lobo começa a sangrar, lambe ainda mais rápido e continua sangrando até à morte.
De certa forma, Paul Harvey estava descrevendo a maneira como os jovens são atraídos pelas armadilhas do álcool e das drogas. No começo, algumas drogas e o álcool proporcionam uma sensação de bem-estar apreciada pelas pessoas. Depois de algumas "viagens" por esse mundo do álcool e das drogas, no entanto, essas pessoas começam a perder seu senso de perspectiva e as drogas passam a produzir cada vez menos efeito, o que as leva a se entregarem a drogas mais fortes e poderosas até que se tornam totalmente dependentes delas.
O interessante é que o lobo e o viciado em drogas possuem outro ponto em comum. Ambos querem a mesma coisa - ou seja, dar pouco ou nada e receber muito. Uma fórmula mais bem-sucedida é dar muito e, em troca, receber muito.
O texto desta mesnagem faz parte do livro “O Que Aprendi no Caminho para o Topo”, de Zig Ziglar.
By Edison Aquiles GrandoARMADILHA
Zig Ziglar
Lembre-se: queijo de graça, só em ratoeira.
“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma”(2Tessalonicenses 3.10)
Anos atrás, Paul Harvey descreveu como os esquimós no gélido Polo Norte matam lobos. Pegam uma faca bem afiada, embebem-na em sangue e a congelam. Em seguida, enterram o cabo da faca na tundra congelada, deixando a lâmina para fora. Os lobos, atraídos pelo cheiro de sangue, vêm lamber a lâmina. O frio entorpece a língua do lobo e, ao atingir a lâmina, o animal não sabe que está lambendo uma lâmina afiada. Quando o lobo começa a sangrar, lambe ainda mais rápido e continua sangrando até à morte.
De certa forma, Paul Harvey estava descrevendo a maneira como os jovens são atraídos pelas armadilhas do álcool e das drogas. No começo, algumas drogas e o álcool proporcionam uma sensação de bem-estar apreciada pelas pessoas. Depois de algumas "viagens" por esse mundo do álcool e das drogas, no entanto, essas pessoas começam a perder seu senso de perspectiva e as drogas passam a produzir cada vez menos efeito, o que as leva a se entregarem a drogas mais fortes e poderosas até que se tornam totalmente dependentes delas.
O interessante é que o lobo e o viciado em drogas possuem outro ponto em comum. Ambos querem a mesma coisa - ou seja, dar pouco ou nada e receber muito. Uma fórmula mais bem-sucedida é dar muito e, em troca, receber muito.
O texto desta mesnagem faz parte do livro “O Que Aprendi no Caminho para o Topo”, de Zig Ziglar.