Nesta edição, o programa entrevista a atriz Regina Duarte, que acaba de estrear o filme Gata Velha Ainda Mia, em que interpreta uma escritora bissexual e feminista. Ela conta por que defende o direito dos galãs a não declararem sua sexualidade (Não acho que prejudica a carreira se assumir, mas é direito do galã dizer ‘não quero, isso é privado, isso é meu’.); a razão de achar que a profusão de personagens gays na TV virou marketing (São questões que estão no marketing do momento. Isso vende. Não sei se eu gosto disso). A intérprete de Malu Mulher também falou por que o termo feminismo se desgastou (Esse termo foi usado em vão. Virou sinônimo de gente chata, mulher que odeia homem, mulher amarga, frígida) e como ela considera os rótulos aprisionadores: Uma vez gay, gay para sempre? Uma hora eu tenho tesão aqui, amanhã eu tenho tesão ali. Dá licença?