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Você já percebeu como alguns documentos da Igreja têm opoder de acender luzes e renovar a missão? Na catequese, isso é muito claro.Três textos se destacam como faróis que orientam, iluminam e fortalecem ocaminho dos catequistas: Lumen Gentium, Evangelii Nuntiandi e CatechesiTradendae. Conhecer esses documentos não é só questão de estudo, mas deamor à Igreja e de compromisso com a própria missão.
Comecemos com a Lumen Gentium, a ConstituiçãoDogmática sobre a Igreja, do Concílio Vaticano Segundp. Nela, encontramos umavisão bela e profunda do que é ser cristão. Ali está escrito que todos os fiéissão chamados à santidade e à missão. Isso muda completamente a forma de ver ocatequista: ele não é um ajudante eventual, mas alguém que participa da missãoprofética de Cristo. A catequese, portanto, é uma ação eclesial, fruto doEspírito, vivida por aqueles que foram mergulhados no Batismo e enviados comodiscípulos-missionários.
Já a Evangelii Nuntiandi, de São Paulo VI, publicadaem 1975, é uma verdadeira declaração de amor à evangelização. Esse documentoreforça que “a Igreja existe para evangelizar” e que a catequese é uma dasexpressões mais nobres dessa missão. Paulo VI diz algo belíssimo: que o mundoprecisa de evangelizadores que falem com a vida, mais do que com palavras. Issonos lembra que o catequista é, acima de tudo, testemunha, alguém quevive o que ensina, que evangeliza com o coração.
Por fim, a Catechesi Tradendae, de São João Paulo II,escrita em 1979, é dedicada inteiramente à catequese. Nesse texto, o Papaafirma com clareza que “a finalidade definitiva da catequese é fazer com quealguém se encontre com Jesus Cristo”. Nada de fórmulas vazias ou esquemas frios:o que conta é o encontro pessoal com o Senhor. Ele também destaca o papelcentral do catequista como transmissor da fé viva da Igreja, alguém quenão apenas repete, mas atualiza a mensagem de Cristo para cada nova geração.
Esses três documentos nos mostram que a catequese é muitomais do que uma preparação para os sacramentos. Ela é caminho de iniciação àvida cristã, processo de amadurecimento na fé, missão compartilhada portoda a Igreja. E mostram, também, que o catequista precisa estar unido aocoração da Igreja, alimentando-se da Palavra, da oração e da vida comunitária.
Já pensou em formar um pequeno grupo de estudo com suaequipe de catequese para ler e rezar com esses textos? É uma forma maravilhosade crescer na fé e fortalecer a missão. Catequista que conhece o que a Igrejaensina tem mais clareza, mais segurança e mais amor por aquilo que faz.
Na próxima gota, vamos conhecer o que o motuproprio Antiquum Ministerium nos revela sobre a identidade do catequista. Até já!
By Wagner Assis De SousaVocê já percebeu como alguns documentos da Igreja têm opoder de acender luzes e renovar a missão? Na catequese, isso é muito claro.Três textos se destacam como faróis que orientam, iluminam e fortalecem ocaminho dos catequistas: Lumen Gentium, Evangelii Nuntiandi e CatechesiTradendae. Conhecer esses documentos não é só questão de estudo, mas deamor à Igreja e de compromisso com a própria missão.
Comecemos com a Lumen Gentium, a ConstituiçãoDogmática sobre a Igreja, do Concílio Vaticano Segundp. Nela, encontramos umavisão bela e profunda do que é ser cristão. Ali está escrito que todos os fiéissão chamados à santidade e à missão. Isso muda completamente a forma de ver ocatequista: ele não é um ajudante eventual, mas alguém que participa da missãoprofética de Cristo. A catequese, portanto, é uma ação eclesial, fruto doEspírito, vivida por aqueles que foram mergulhados no Batismo e enviados comodiscípulos-missionários.
Já a Evangelii Nuntiandi, de São Paulo VI, publicadaem 1975, é uma verdadeira declaração de amor à evangelização. Esse documentoreforça que “a Igreja existe para evangelizar” e que a catequese é uma dasexpressões mais nobres dessa missão. Paulo VI diz algo belíssimo: que o mundoprecisa de evangelizadores que falem com a vida, mais do que com palavras. Issonos lembra que o catequista é, acima de tudo, testemunha, alguém quevive o que ensina, que evangeliza com o coração.
Por fim, a Catechesi Tradendae, de São João Paulo II,escrita em 1979, é dedicada inteiramente à catequese. Nesse texto, o Papaafirma com clareza que “a finalidade definitiva da catequese é fazer com quealguém se encontre com Jesus Cristo”. Nada de fórmulas vazias ou esquemas frios:o que conta é o encontro pessoal com o Senhor. Ele também destaca o papelcentral do catequista como transmissor da fé viva da Igreja, alguém quenão apenas repete, mas atualiza a mensagem de Cristo para cada nova geração.
Esses três documentos nos mostram que a catequese é muitomais do que uma preparação para os sacramentos. Ela é caminho de iniciação àvida cristã, processo de amadurecimento na fé, missão compartilhada portoda a Igreja. E mostram, também, que o catequista precisa estar unido aocoração da Igreja, alimentando-se da Palavra, da oração e da vida comunitária.
Já pensou em formar um pequeno grupo de estudo com suaequipe de catequese para ler e rezar com esses textos? É uma forma maravilhosade crescer na fé e fortalecer a missão. Catequista que conhece o que a Igrejaensina tem mais clareza, mais segurança e mais amor por aquilo que faz.
Na próxima gota, vamos conhecer o que o motuproprio Antiquum Ministerium nos revela sobre a identidade do catequista. Até já!

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