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Seis dos 10 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) receberam verbas acima do teto remuneratório do funcionalismo enquanto já ocupavam cargos na Corte, que agora é palco de decisões contrárias ao pagamento de supersalários. Os dados estão divulgados em reportagem da Folha de S.Paulo.
Entre os que embolsaram valores acima do teto constitucional, hoje em R$ 46,3 mil, estão Flávio Dino e Gilmar Mendes, autores de liminares que barraram supersalários na administração pública federal, estadual e municipal.
Também receberam verbas extras em seus contracheques os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques e André Mendonça. Desde 2019, os adicionais recebidos pelos ministros alcançaram R$ 2,8 milhões, em valores correntes.
Em fevereiro, uma liminar de Dino barrou verbas pagas acima do teto constitucional e proibiu novas leis que criassem penduricalhos. Outra decisão no STF, esta de Gilmar Mendes, suspendeu os penduricalhos previstos em leis estaduais para integrantes do Judiciário e do Ministério Público.
A guerra no Oriente Médio pode causar a pior crise de energia em décadas no mundo. O alerta é do diretor da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol. O economista turco se referia à guerra que começou em 28 de fevereiro, com os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, que desestabilizaram o mercado global de energia, fazendo os preços do petróleo dispararem.
A agência considera a situação atual pior do que as crises da década de 1970 e a guerra na Ucrânia.
Naquela época, o mundo perdeu cerca de cinco milhões de barris por dia em cada choque. A região da Ásia-Pacífico sofre mais com o conflito por depender das rotas marítimas da região.
O processo que investiga o vazamento ilegal de dados fiscais de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), autoridades e pessoas públicas recebeu o nível de sigilo máximo na Corte.
De acordo com o Supremo, o nível 4 de sigilo — numa escala que começa em 0, para processos públicos — se deve à existência "de informações sensíveis da Receita Federal e Coaf".
A classificação impede até a indicação oficial do relator do caso no sistema do tribunal — embora, neste caso específico, se saiba que o responsável pelos autos é o ministro Alexandre de Moraes.
Para especialistas, o sigilo pode ser justificável, mas não deveria impedir a defesa dos investigados de ter acesso às decisões de medidas cautelares que os afetam diretamente.
Diretor da agência internacional alerta sobre a pior crise de energiaInvestigação sobre vazamento de dados de ministros ganha sigilo máximo no STF
By GCMAISSeis dos 10 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) receberam verbas acima do teto remuneratório do funcionalismo enquanto já ocupavam cargos na Corte, que agora é palco de decisões contrárias ao pagamento de supersalários. Os dados estão divulgados em reportagem da Folha de S.Paulo.
Entre os que embolsaram valores acima do teto constitucional, hoje em R$ 46,3 mil, estão Flávio Dino e Gilmar Mendes, autores de liminares que barraram supersalários na administração pública federal, estadual e municipal.
Também receberam verbas extras em seus contracheques os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques e André Mendonça. Desde 2019, os adicionais recebidos pelos ministros alcançaram R$ 2,8 milhões, em valores correntes.
Em fevereiro, uma liminar de Dino barrou verbas pagas acima do teto constitucional e proibiu novas leis que criassem penduricalhos. Outra decisão no STF, esta de Gilmar Mendes, suspendeu os penduricalhos previstos em leis estaduais para integrantes do Judiciário e do Ministério Público.
A guerra no Oriente Médio pode causar a pior crise de energia em décadas no mundo. O alerta é do diretor da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol. O economista turco se referia à guerra que começou em 28 de fevereiro, com os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, que desestabilizaram o mercado global de energia, fazendo os preços do petróleo dispararem.
A agência considera a situação atual pior do que as crises da década de 1970 e a guerra na Ucrânia.
Naquela época, o mundo perdeu cerca de cinco milhões de barris por dia em cada choque. A região da Ásia-Pacífico sofre mais com o conflito por depender das rotas marítimas da região.
O processo que investiga o vazamento ilegal de dados fiscais de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), autoridades e pessoas públicas recebeu o nível de sigilo máximo na Corte.
De acordo com o Supremo, o nível 4 de sigilo — numa escala que começa em 0, para processos públicos — se deve à existência "de informações sensíveis da Receita Federal e Coaf".
A classificação impede até a indicação oficial do relator do caso no sistema do tribunal — embora, neste caso específico, se saiba que o responsável pelos autos é o ministro Alexandre de Moraes.
Para especialistas, o sigilo pode ser justificável, mas não deveria impedir a defesa dos investigados de ter acesso às decisões de medidas cautelares que os afetam diretamente.
Diretor da agência internacional alerta sobre a pior crise de energiaInvestigação sobre vazamento de dados de ministros ganha sigilo máximo no STF