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O Velho Manco, um dos nomes mais ousados do indie rock brasileiro, acaba de lançar seu mais novo single, “Cinemática”. Disponível em todos os principais aplicativos de música, a faixa chega pela Marã Música e promete uma viagem sonora intensa e reflexiva, marcada por camadas de significado e um convite à introspecção.
Em um conceito profundo, “Cinemática” faz referência ao estudo do movimento, abordando temas filosóficos e sociais com um olhar afiado sobre a religião como um fenômeno atemporal e coletivo. “Este single fala sobre a religião como uma criação de origem comum a todos os povos, segmentada através dos tempos, cuja causa não é bem sabida, mas cujo efeito é o comportamento de massa cíclico, potente, alastrante e, muitas vezes, devastador”, explica a banda.
A canção se distingue pela forma como mescla terminologias técnicas da mecânica clássica com termos psicossociais, gerando uma sonoridade única e uma letra repleta de camadas interpretativas. “Cada verso tem conotação dúbia”, complementam os membros da banda.
A principal inspiração para a letra foi o livro “O Gene Egoísta”, de Richard Dawkins, que popularizou o conceito de “Meme” como um “gene das ideias”. “A religião é o Meme mais poderoso de todos, porque perdura desde a conscientização humana até os dias contemporâneos”, afirmam. O refrão final, “Ali, Alá, é Davi, é Rá, na Torá”, ilustra a ideia de que todas as divindades fazem parte de uma mesma memória coletiva, representando a universalidade das crenças.
By Tainan FrancoO Velho Manco, um dos nomes mais ousados do indie rock brasileiro, acaba de lançar seu mais novo single, “Cinemática”. Disponível em todos os principais aplicativos de música, a faixa chega pela Marã Música e promete uma viagem sonora intensa e reflexiva, marcada por camadas de significado e um convite à introspecção.
Em um conceito profundo, “Cinemática” faz referência ao estudo do movimento, abordando temas filosóficos e sociais com um olhar afiado sobre a religião como um fenômeno atemporal e coletivo. “Este single fala sobre a religião como uma criação de origem comum a todos os povos, segmentada através dos tempos, cuja causa não é bem sabida, mas cujo efeito é o comportamento de massa cíclico, potente, alastrante e, muitas vezes, devastador”, explica a banda.
A canção se distingue pela forma como mescla terminologias técnicas da mecânica clássica com termos psicossociais, gerando uma sonoridade única e uma letra repleta de camadas interpretativas. “Cada verso tem conotação dúbia”, complementam os membros da banda.
A principal inspiração para a letra foi o livro “O Gene Egoísta”, de Richard Dawkins, que popularizou o conceito de “Meme” como um “gene das ideias”. “A religião é o Meme mais poderoso de todos, porque perdura desde a conscientização humana até os dias contemporâneos”, afirmam. O refrão final, “Ali, Alá, é Davi, é Rá, na Torá”, ilustra a ideia de que todas as divindades fazem parte de uma mesma memória coletiva, representando a universalidade das crenças.