
Sign up to save your podcasts
Or


“Eu nunca fiquei triste porque ele é assim, eu nunca fiquei mal por causa disso. Não, não! Ele é só meu filho, eu aprendi que antes do autismo tem uma criança ali e, hoje, tem um adulto lindo, um gato! Eu só queria saber como fazer pra deixar ele bem, pra ele ser uma criança feliz, pra ele ser um adolescente feliz do jeito dele”. (Depoimento de Iranice sobre o filho, Paulo Igor, em 5 de março de 2020).
Saber. Saber o diagnóstico, saber como cuidar, saber como ajudar para ser feliz. Eis um direito pelo qual Iranice do Nascimento e tantas outras mães e pais de autistas lutam todo dia. Não é um direito evidente, nem acessível. Não está em todo lugar e nem é facultado a qualquer pessoa. Nesse episódio, conheceremos como essa luta foi feita por ela individualmente, e também institucionalmente, por meio da Associação Mão Amiga. Ao acompanhar as reuniões de acolhida dessa ONG, conhecer a proposta de “tratamento especializado”, caminhar pelas ruas do movimentado bairro da Pavuna na cidade do Rio de Janeiro, a antropóloga Clarice Rios vai aprendendo muito de perto, e também na prática, como se lida com o autismo no dia a dia.
Mais informações
Músicas, sítios e fotos
Expediente
Agradecimentos
By Mundaréu“Eu nunca fiquei triste porque ele é assim, eu nunca fiquei mal por causa disso. Não, não! Ele é só meu filho, eu aprendi que antes do autismo tem uma criança ali e, hoje, tem um adulto lindo, um gato! Eu só queria saber como fazer pra deixar ele bem, pra ele ser uma criança feliz, pra ele ser um adolescente feliz do jeito dele”. (Depoimento de Iranice sobre o filho, Paulo Igor, em 5 de março de 2020).
Saber. Saber o diagnóstico, saber como cuidar, saber como ajudar para ser feliz. Eis um direito pelo qual Iranice do Nascimento e tantas outras mães e pais de autistas lutam todo dia. Não é um direito evidente, nem acessível. Não está em todo lugar e nem é facultado a qualquer pessoa. Nesse episódio, conheceremos como essa luta foi feita por ela individualmente, e também institucionalmente, por meio da Associação Mão Amiga. Ao acompanhar as reuniões de acolhida dessa ONG, conhecer a proposta de “tratamento especializado”, caminhar pelas ruas do movimentado bairro da Pavuna na cidade do Rio de Janeiro, a antropóloga Clarice Rios vai aprendendo muito de perto, e também na prática, como se lida com o autismo no dia a dia.
Mais informações
Músicas, sítios e fotos
Expediente
Agradecimentos